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Mulher é achada morta no banheiro após harmonização no bumbum

Adriana Laurentino, de 46 anos, foi encontrada morta no banheiro de casa após passar pelo procedimento estético

Adriana Laurentino Reprodução internet
Mulher é achada morta no banheiro após harmonização no bumbum
Redação Entretenimento clock 14/01/2025 12:29
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Procedimentos estéticos têm ganhado popularidade, com promessas de transformações rápidas e resultados impressionantes. No entanto, a busca por aperfeiçoamento estético, como a harmonização do bumbum, pode acarretar riscos sérios à saúde. 

 

Adriana Laurentino, de 46 anos, passou por uma harmonização no bumbum e, poucas horas após o procedimento, foi encontrada morta em sua residência. A morte inesperada levantou questionamentos sobre a segurança dos procedimentos estéticos corporais e a qualificação dos profissionais que os realizam. Este incidente está sob investigação do CREMEPE e da Polícia Civil, destacando a necessidade de maior rigor na regulamentação dessas práticas.

 

Segundo o portal G1, causa da morte de Adriana foi choque séptico, infecção generalizada e infecção no trato urinário. O médico responsável pela aplicação da harmonização, Marcelo Vasconcelos, negou qualquer relação entre a morte e o procedimento estético.

 

 

O que é harmonização do bumbum?

harmonização do bumbum é um procedimento estético que visa melhorar a forma e o volume dos glúteos. Muitas vezes, utiliza substâncias como o polimetilmetacrilato (PMMA) para esculpir o corpo. No entanto, apesar de sua popularidade, o uso de PMMA é contraindicado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica devido aos potenciais efeitos adversos. A substância, quando utilizada de forma inadequada, pode levar a complicações sérias, como infecções e reações alérgicas.

 

Procedimentos estéticos, especialmente aqueles que envolvem injeções e cirurgias, carregam riscos que muitas vezes são subestimados pelos pacientes. A falta de regulação adequada e a atuação de profissionais sem qualificação, como foi apontado no caso de Adriana, agravam esses problemas. Marcelo Vasconcelos, responsável pelo procedimento, não possuía registro ativo em Pernambuco, o que levanta preocupações sobre a qualificação e a supervisão dos que operam na área. 

 

 

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