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Justiça proibe Léo Lins de atacar minorias e defesa alega 'censura'

Além da decisão, humorista deverá comparecer mensalmente em juízo para prestar contas

Leo Lins Reprodução: Twitter
Camile Brito - Especial para o Uai clock 17/05/2023 09:40
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Na última terça-feira, a juíza Gina Fonseca Correa, do Tribunal de Justiça de SP, determinou que Léo Lins retire todos os vídeos que ataquem minorias do seu canal do YouTube.

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Segundo a magistrada, os vídeos reproduzem discursos que hoje são repudiados. Além disso, determinou que o humorista 'não transmita, publique ou mantenha conteúdos depreciativos, ou humilhantes em razão de raça, cor, etnia, religião, cultura, origem, procedência nacional ou regional, orientação sexual ou de gênero, condição de pessoa com deficiência ou idosa, crianças, adolescentes, mulheres, ou qualquer categoria considerada minoria, ou vulnerável.'

E ainda, a sentença exige que Léo Lins compareça mensalmente em juízo para justificar atividades e não poderá sair do estado de São Paulo sem permissão por mais de dez dias. Caso contrário, deverá pagar uma multa diária de R$ 10 mil.

A defesa afirmou que irá recorrer, pois: "Entendemos que isso configuraria censura prévia, o que é proibido pela Constituição." 

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