'Marmita de casal': o que é e por que o termo virou tendência nas redes
Fragrâncias que marcaram gerações retornam ao radar dos consumidores e conquistam espaço entre jovens e adultos em busca de clássicos atemporais
Unsplash Quem viveu os anos 1990 provavelmente se lembra de algum perfume que marcou presença em reuniões de família, festas de fim de ano ou no dia a dia dos pais e avôs. Agora, décadas depois, essas fragrâncias clássicas estão voltando ao centro das atenções e ganhando espaço novamente entre os consumidores.
Impulsionada pela nostalgia e pela busca por perfumes com identidade marcante, a tendência tem levado muitos homens a revisitarem fragrâncias que fizeram sucesso há mais de 30 anos. Ao mesmo tempo, uma nova geração tem descoberto aromas considerados verdadeiros ícones da perfumaria masculina.
Entre os perfumes que voltaram a despertar interesse estão o Drakkar Noir, conhecido por suas notas aromáticas intensas e presença marcante, e o Azzaro Pour Homme, um dos grandes símbolos da elegância masculina nas décadas passadas.
Outro clássico que segue conquistando admiradores é o Polo Green, da Ralph Lauren, reconhecido pelo aroma amadeirado e sofisticado. Já o Cool Water, da Davidoff, continua sendo lembrado por seu perfil fresco e versátil, influenciando até hoje diversas fragrâncias modernas.
Especialistas apontam que o retorno desses perfumes está ligado ao chamado "efeito nostalgia", movimento que também tem impulsionado a volta de tendências da moda, da música e da decoração.
Para muitos consumidores, usar uma dessas fragrâncias representa uma conexão afetiva com momentos da infância e adolescência. Já para os mais jovens, os clássicos oferecem uma alternativa aos perfumes atuais, muitas vezes considerados mais doces ou padronizados.
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