Dólar cai e fecha a R$ 5,22 com possível cessar-fogo no Irã
Por Pablo Oliveira
Tufi FM Jair Bolsonaro, de 70 anos, voltou a ser alvo de atenção médica após uma sequência de complicações que culminaram em sua internação por três semanas. Em maio, o ex-presidente recebeu alta após enfrentar um quadro de pneumonia, além de crises frequentes de soluços, que afetavam sua alimentação e fala.
Agora, segundo informações divulgadas pelo portal UOL, Bolsonaro cancelou toda sua agenda política para o mês de julho. O objetivo, de acordo com seus médicos, é garantir uma recuperação total após meses de instabilidade em sua saúde.
O comunicado oficial foi assinado pelo cirurgião-geral Cláudio Birolini e pelo cardiologista Leandro Echenique, que acompanham Bolsonaro.
'O Sr. Jair Messias Bolsonaro permanecerá em repouso domiciliar durante o mês de julho, com o objetivo de garantir a completa recuperação de sua saúde após cirurgia extensa e internação prolongada, episódio de pneumonia e crises recorrentes de soluços', afirmaram os médicos.
Eles também indicaram que o ex-presidente está afastado temporariamente de qualquer atividade pública ou político-partidária, retornando apenas quando estiver plenamente restabelecido.
A decisão de interromper os compromissos ocorreu dias após Bolsonaro comparecer à manifestação realizada na Avenida Paulista no último domingo (29/6). Apesar de debilitado e com sintomas ainda presentes, ele subiu ao carro de som e discursou brevemente o que causou preocupação em aliados e familiares.
A participação surpreendeu muitos, já que sua presença havia sido colocada em dúvida justamente por conta do seu estado de saúde.
A pausa obrigatória acontece em um momento em que Bolsonaro vinha retomando a presença em eventos políticos, fortalecendo sua base de apoio para as eleições municipais. Com a suspensão das atividades, surge o questionamento: como ficará o papel dele nas articulações do PL ao longo de julho?
Ainda não há informações sobre quando ele voltará aos compromissos presenciais, mas o prolongamento do afastamento pode impactar a dinâmica interna do partido e sua influência no cenário político de curto prazo.
Desde o atentado em 2018, que resultou em múltiplas cirurgias abdominais, a saúde de Bolsonaro tem passado por altos e baixos. Os soluços crônicos e a recente pneumonia são reflexos de um organismo ainda fragilizado algo que seus médicos têm acompanhado de perto.
Essa nova recomendação de repouso reforça a necessidade de cuidados contínuos. A dúvida agora é se essas condições médicas poderão comprometer sua presença em campanhas e eventos futuros.