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"Quis eternizar as memórias da minha bisavó e o território de Cantanhede", disse Gehlen ao portal "Uai" sobre o prestigiado espetáculo inspirado em Dona Caçula
Emanuelle Rebelo O ator e autor Dudu Gehlen estreou, neste fim de semana, o monólogo "Cadeira de Balanço", dirigido por Jefferson Santi, no Teatro Cândido Mendes, em Ipanema. As apresentações seguem até 29 de março, sempre aos domingos, às 18h, com intérprete de Libras em todas as sessões.
Em cena, o artista revisita a trajetória de Dona Caçula, artesã ligada à cidade de Cantanhede, no Maranhão. A narrativa parte de um típico velório do interior para reconstruir episódios da vida da matriarca e refletir sobre a passagem do tempo, despedidas e a permanência das lembranças.
O projeto surgiu primeiro na literatura. Em 2022, Gehlen publicou uma obra com o mesmo nome reunindo textos baseados no universo íntimo de seu lar. Mais tarde, o material ganhou adaptação teatral. "De início, eu escrevia textos soltos para me aliviar. Depois veio a preocupação de documentar essa história e deixar a leitura simples, já que minha família não tem o hábito de ler", relatou.
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