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Ao falar sobre o recém-lançado "Nullus Hominis", o escritor explicou a sociodisfunção e afirmou: "A omissão não produz apenas lares frágeis. Ela molda gerações inteiras"
Divulgação Daniel Reis não tinha uma obra, tinha uma inquietação. E foi ela que virou "Nullus Hominis", estreia literária em que ele dá nome a um problema que muita gente sente, mas poucos sabem explicar: o custo coletivo de quando o pai simplesmente "não está lá".
A publicação apresenta o conceito de sociodisfunção para descrever o desequilíbrio gerado pelo abandono masculino ao longo do tempo. Por trás da escrita, está um homem de muitas frentes: empresário, teólogo, jornalista e pastor ordenado desde 2005, o autor construiu carreira em comunicação no Brasil e nos EUA, esteve em Moçambique em missões humanitárias e recebeu reconhecimento em 2023 pela Assembleia Legislativa de Massachusetts.
O recado é direto: instabilidade familiar, sobrecarga feminina e filhos sem referência não são acidentes. São fruto de um padrão silencioso que deixa marcas profundas. Crescer exige coragem e "Nullus Hominis" não foge disso. Como o próprio escreveu: "A dor de amadurecer é menor do que o dano causado pela negligência".