Oscar Schmidt, ídolo do basquete brasileiro, morre aos 68 anos
O músico baiano também fez questão de publicar um texto a fim de enaltecer a trajetória de Milton Nascimento, que ultrapassa as fronteiras de Minas e do Brasil
Reprodução/Instagram Mesmo acompanhando de perto cada estágio da recuperação da filha Preta Gil, que realizou uma cirurgia delicada em dezembro de 2024 para retirada de tumores e ainda está internada, Gilberto Gil não deixou de manifestar repúdio ao tratamento dispensado a Milton Nascimento durante a cerimônia da 67ª edição do Grammy Awards. O cantor, de 82 anos, não teve direito a sentar-se na fila A e optou, então, por se ausentar do evento.
"Tenho no Milton uma das minhas referências de excepcional, excelência, grandeza, beleza única. Ele é um operador da própria estética da sua música popular envolvido com a poesia. Além de um parceiro brilhante, Milton é meu ídolo. Eu visto a camisa de Bituca!", declarou o ex-ministro da Cultura e um dos criadores do movimento tropicalista, por meio do X/Twitter.
Bituca, carioca de nascimento e mineiro de coração, estava indicado a "Melhor álbum vocal de jazz", ao lado de Esperanza Spalding. De acordo com a nota oficial emitida pela equipe de Milton, a justificativa da organização da premiação foi de que "ficariam nas mesas apenas os artistas que eles queriam no vídeo", o que incluiu a musicista americana.
"Eu tenho no Milton uma das minhas referências de excepcional, excelência, grandeza, beleza única. Ele é um operador da própria estética da sua música popular envolvido com a poesia. Além de um parceiro brilhante, Milton é meu ídolo. Eu visto a camisa de Bituca!%u201D #GilbertoGil
%u2014 Gilberto Gil (@gilbertogil) February 4, 2025
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