FAMINAS anuncia bolsas de até 80% para cursos em BH; veja como se inscrever
Enquanto muitos se emocionaram com a possibilidade, outros suscitaram debates sobre os efeitos psicológicos de trazer pessoas mortas à vida usando tecnologia
Reprodução/Instagram A notícia do falecimento do jornalista e locutor esportivo Léo Batista neste domingo, dia 19, também mexeu com Rafinha Bastos. Tanto que o comediante e apresentador gaúcho, que está passando uma temporada fora do país, recorreu ao X/Twitter para lamentar a perda do veterano e questionar se seria ético utilizar a imagem de alguém que não está mais vivo, em um contexto fictício.
"Léo Batista morreu. Uma figura marcante na história da TV brasileira. Uma voz única. Por que não acionar AI [Inteligência Artificial] e ter a narração dele para sempre nos gols que virão? A família podia receber esses royalties. O que vocês acham?", perguntou o ex-CQC. A partir daí, ele leu coisas como: "Juro que fiquei esperando a piada", "Que ideia horrível" e "O homem trabalhou até os 90. Deixa o cara descansar, pô!".
Léo Batista morreu. Uma figura marcante na história da TV brasileira. %uD83D%uDE4F Uma voz única. Pq não usar AI e ter a voz dele pra sempre nos gols que virão? A família podia receber esses royalties. O que vcs acham?
%u2014 Rafinha Bastos (@rafinhabastos) January 19, 2025