FILARMÔNICA DE MINAS GERAIS DEDICA-SE AO BARROCO ALEMÃO

DATA

  • 06/05/2017 à 06/05/2017

LOCAL / INFO

PREÇOS

  • Balcão Palco e Coro:40,00
    Mezanino:50,00
    Balcão Lateral:62,00
    Plateia Central:85,00
    Balcão Principal:105,00

                                              FILARMÔNICA DE MINAS GERAIS DEDICA-SE AO BARROCO ALEMÃO

                       Sob regência do maestro Marcos Arakaki, Orquestra interpreta peças de Biber, Buxtehude, Pachelbel, Telemann,                                                                                                    Haendel e Bach

 

A série &ldquoFora de Série&rdquo abre o mês de maio com um concerto dedicado ao Barroco alemão, no dia 6, às 18h, na Sala Minas Gerais. No repertório, Batalha, de H. I. Biber Chacona em mi menor, de Buxtehude/Chávez Cânon e Giga, de Pachelbel Don Quixote, de Telemann Il Pastor fido: Suíte, de Haendel/Beecham, e Fantasia e fuga em dó menor, de Bach/Elgar. A regência é do maestro associado Marcos Arakaki. Os ingressos estão esgotados.

 

Com o objetivo de traçar um panorama geral do Barroco, a série Fora de Série, em seus nove concertos &ndash sempre realizados aos sábados &ndash, irá explorar esse período em suas diversas concepções: francesa, alemã, mineira e italiana. Além disso, será abordada a influência do Barroco através dos tempos e serão interpretadas obras de compositores específicos, como Vivaldi, Haendel e Bach, bem como dos filhos de Bach.

 

Este concerto é apresentado pelo Ministério da Cultura, pelo Governo de Minas Gerais e pela Aliança Energia, e conta com Apoio Cultural do BTG Pactual, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

 

O repertório

 

O Barroco na Alemanha

 

Heinrich Ignaz Biber (1644 &ndash 1704): Batalha

Dieterich Buxtehude (1637 &ndash 1707) / Carlos Chávez (1899 &ndash 1978): Chacona em mi menor

Johann Pachelbel (1653 &ndash 1706): Cânon e Giga

Georg Phillipp Telemann (1681 &ndash 1767): Don Quixote

Georg Friedrich Haendel (1685 &ndash 1759) / Thomas Beecham (1879 &ndash 1961): Il Pastor Fido: Suíte

Johann Sebastian Bach (1685 &ndash 1750) / Edward Elgar (1857 &ndash 1934): Fantasia e Fuga em dó menor

 

Uma das características da música barroca é o abandono gradativo da textura polifônica e a adoção de uma linha melódica apoiada harmonicamente em um baixo contínuo, usada como acompanhamento, contraste e complemento à voz principal. Na música religiosa alemã, no entanto, a polifonia continuará existindo e será destaque na obra de J. S. Bach. A música barroca alemã é fortemente vinculada à música sacra, e o impulso inicial para esse caminho foi dado pelos corais, cantos valorizados pelo luteranismo e que deram origem às conhecidas Cantatas e Paixões.

 

Uma forte tendência foi a criação de obras programáticas em que sentimentos, sensações e reações humanas deveriam ser descritas pela música. Por exemplo, a obra de Heinrich Biber, Batalha, apresenta um acampamento militar. E o Don Quixote, de Telemann, descreve as aventuras do famoso personagem de Cervantes.

 

Embora a ópera não tenha proliferado na Alemanha no período Barroco, Haendel merece destaque por sua produção no gênero, ainda que ele tenha trabalhado principalmente fora do seu país. Il pastor Fido foi sua segunda ópera inglesa ela será apresentada neste concerto por meio da Suíte compilada pelo maestro Thomas Beecham.

 

Vigorosa, no período, é a produção para órgão, com ênfase em Pachelbel e no dinamarquês Dieterich Buxtehude, com quem Bach se aperfeiçoou. A preocupação tímbrica e a excelência do repertório organístico motivariam compositores modernos &ndash  como inglês Elgar e o mexicano Carlos Chávez &ndash a orquestrar partituras para o instrumento. Trata-se de peças que, antes confinadas ao espaço eclesiástico, conquistaram públicos em grandes salas de concerto.

 

 

O maestro associado Marcos Arakaki

 

Marcos Arakaki é Regente Associado da Filarmônica de Minas Gerais e colabora com a Orquestra desde 2011. Sua trajetória artística é marcada por prêmios como o do 1º Concurso Nacional Eleazar de Carvalho para Jovens Regentes, promovido pela Orquestra Petrobras Sinfônica em 2001, e o Prêmio Camargo Guarnieri, concedido pelo Festival Internacional de Campos do Jordão em 2009, ambos como primeiro colocado. Foi também semifinalista no 3º Concurso Internacional Eduardo Mata, realizado na Cidade do México em 2007.

 

Marcos Arakaki tem dirigido outras importantes orquestras tanto no Brasil como no exterior. Estão entre elas as orquestras sinfônicas Brasileira (OSB), do Estado de São Paulo (Osesp), do Teatro Nacional Claudio Santoro, do Paraná, de Campinas, do Espírito Santo, da Paraíba, da Universidade de São Paulo, a Filarmônica de Goiás, Petrobras Sinfônica, Orquestra Experimental de Repertório, orquestras de Câmara da Cidade de Curitiba e da Osesp, Camerata Fukuda, dentre outras. No exterior, dirigiu as orquestras Filarmônica de Buenos Aires, Sinfônica de Xalapa, Filarmônica da Universidade Autônoma do México, Kharkiv Philharmonic da Ucrânia e a Boshlav Martinu Philharmonic da República Tcheca.

 

Arakaki tem acompanhado importantes artistas do cenário erudito, como Gabriela Montero, Sergio Tiempo, Anna Vinnitskaya, Sofya Gulyak, Ricardo Castro, Rachel Barton Pine, Chloë Hanslip, Luíz Filíp, Günter Klauss, Eddie Daniels, David Gerrier, Yamandu Costa, entre outros.

 

Por quatro temporadas, Marcos Arakaki foi regente assistente da Orquestra Sinfônica Brasileira. Foi regente titular da OSB Jovem, recebendo grande reconhecimento de crítica e do público por sua reestruturação, e da Orquestra Sinfônica da Paraíba.

 

Natural de São Paulo, Marcos Arakaki é Bacharel em Música pela Universidade Estadual Paulista, na classe de violino do professor Ayrton Pinto em 2004 concluiu o mestrado em Regência Orquestral pela Universidade de Massachusetts, Estados Unidos. Participou do Aspen Music Festival and School (2005), recebendo orientações de David Zinman na American Academy of Conducting at Aspen, nos Estados Unidos. Também esteve em masterclasses com os maestros Kurt Masur, Charles Dutoit e Sir Neville Marriner.

 

Nos últimos dez anos, Marcos Arakaki tem contribuído de forma decisiva para a formação de novas plateias, por meio de apresentações didáticas, bem como para a difusão da música de concertos através de turnês a mais de setenta cidades brasileiras. Atua, ainda, como coordenador pedagógico, professor e palestrante em diversos projetos culturais, instituições musicais, universidades e conservatórios de vários estados brasileiros.

 

Sobre a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais

 

Belo Horizonte, 21 de fevereiro de 2008. Após meses de intenso trabalho, músicos e público viam um sonho tornar-se realidade com o primeiro concerto da primeira temporada da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. Criada pelo Governo do Estado e gerida pela sociedade civil, nasceu com o compromisso de ser uma orquestra de excelência, cujo planejamento envolve concertos de série, programas educacionais, circulação e produção de conteúdos para a disseminação do repertório sinfônico brasileiro e universal.

 

De lá pra cá:

 

820 mil pessoas ouviram a Filarmônica ao vivo

641 concertos foram realizados

835 obras foram tocadas

242 compositores brasileiros e estrangeiros foram interpretados

52 estreias mundiais e 11 encomendas foram apresentadas

93 concertos foram realizados no interior de Minas Gerais

27 concertos foram realizados em cidades do Norte ao Sul do país

5 concertos aconteceram em cidades da Argentina e Uruguai

6 álbuns musicais foram lançados, sendo 3 deles internacionais

513 notas de programa foram produzidas

115 webvídeos foram disponibilizados

56 mil fotografias registraram esse desenvolver da história

318 concertos foram gravados

4 exposições temáticas sobre música sinfônica foram montadas

3 livros sobre a formação de uma orquestra foram publicados

1 DVD de iniciação à música orquestral foi criado

92 músicos estão trabalhando

18 nacionalidades convivem em harmonia

60 mil oportunidades de trabalho foram abertas

3.320 assinaturas apoiam a programação artística

7 prêmios de cultura e de desenvolvimento foram recebidos

 

Agora, em 2017, a Filarmônica apresenta sua décima temporada e continua contando com a participação de grandes músicos para celebrar a Música e o respeito conquistado junto ao público.

 

 

 

SERVIÇO:

 

Orquestra Filarmônica de Minas Gerais

Fora de Série

Barroco Alemão

6 de maio &ndash 18h

Sala Minas Gerais

 

Marcos Arakaki, regente

 

H. I. BIBER                        Batalha

BUXTEHUDE/Chávez      Chacona em mi maior

PACHELBEL                       Cânon e Giga

TELEMANN                       Don Quixote

HAENDEL/Beecham        Il pastor fido: Suíte

BACH/Elgar                      Fantasia e fuga em dó menor

 

Ingressos: R$ 40 (Balcão Palco e Coro), R$ 50 (Mezanino), R$ 62 (Balcão Lateral), R$ 85 (Plateia Central) e R$ 105 (Balcão Principal).

 

Meia-entrada para estudantes, maiores de 60 anos, jovens de baixa renda e pessoas com deficiência, de acordo com a legislação.

Informações: (31) 3219-9000 ou www.filarmonica.art.br

 

Funcionamento da bilheteria:

Sala Minas Gerais &ndash Rua Tenente Brito Melo, 1090 &ndash Bairro Barro Preto

De terça-feira a sexta-feira, das 12h às 21h.

Aos sábados, das 12h às 18h.

Em sábados de concerto, das 12h às 21h.

Em domingos de concerto, das 9h às 13h.

 

São aceitos cartões com as bandeiras Amex, Aura, Redecard, Diners, Elo, Hipercard, Mastercard, Redeshop, Visa e Visa Electron.

www.filarmonica.art.br/

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