Com expectativa de 10 mil pessoas seguindo o trio, os produtores do bloco nascido como uma homenagem à Banda Santa, Marina Cambraia e Rodrigo Borges, afirmaram que a alegria tomou conta no retorno.
"Está bastante cheio e para a gente é uma felicidade enorme poder fazer o desfile depois de tudo que vivemos, em mais de dois anos de pandemia", contou Marina.
"A COVID ainda está por aÃ, mas agora, com a maior parte da população vacinada, podemos fazer a festa com mais segurança. Estávamos morrendo de saudades", falou Rodrigo.
Carnaval do amor (e do calor)
Teve muito amor com o casal Dotê e Rodrigo, que namoraram há 36 anos, quando eram mais jovens. Depois, em 2015, se reconectaram por meio do Facebook. Hoje, são casados e comemoram todos os carnavais na bateria do bloco.
O "solão do meio-dia" fez os foliões receberam um banho de mangueira dos moradores da rua Mármore, que acompanhavam o desfile de suas varandas, em uma vista privilegiada do trio elétrico e da banda.
Banda Santa
O hino da Banda Santa dá inÃcio ao cortejo do Divina Banda, um folião desavisado pode não entender qual a relação entre um e outro. Mas é que Marilton Borges, um dos idealizadores da manifestação cultural que homenageia o Santa Tereza, é pai de Rodrigo Borges, um dos organizadores do Divina Banda.
Foi no bar Barbarella, no Santa Tereza, um dos bairros mais tradicionais de Belo Horizonte, que nasceu a ideia e a vontade de criar a Banda Santa, um bloco que, já nos anos 1990, retomava o carnaval de rua da capital.