Segundo o colunista Daniel Nascimento, do jornal O Dia, a Justiça de São Paulo não conseguiu localizar a psicóloga Aline Alves de Lima, ré em uma ação movida por Roberto Justus, Ana Paula Siebert e a filha, Vicky. A tentativa de cumprimento do mandado teve resultado negativo, conforme uma das movimentações registradas no processo.




Diante da dificuldade para encontrar a ré, a Justiça determinou que os autores se manifestem sobre o resultado da diligência. O prazo estabelecido é de 15 dias.

O processo tramita no Foro Central Cível de São Paulo e envolve um pedido de indenização por danos morais relacionado a comentários feitos nas redes sociais sobre Vicky.

A citação de Aline é necessária para que ela seja formalmente chamada ao processo e tenha a oportunidade de apresentar sua defesa. O ato ordinatório também informa que, caso os autores não se manifestem e a ré continue sem ser citada, poderá ser aplicado o artigo 485, § 1º, do Código de Processo Civil.

Novo capítulo na Justiça

Em 14 de agosto de 2026, uma decisão interlocutória foi registrada no processo. Na mesma data, Roberto Justus, Ana Paula Siebert e Vicky foram intimados eletronicamente para se manifestarem.




As intimações foram disponibilizadas no Diário da Justiça Eletrônico em 17 de agosto e publicadas no dia seguinte, 18 de agosto.

O caso, portanto, aguarda uma manifestação dos autores sobre a tentativa frustrada de localização da psicóloga e sobre quais medidas deverão ser adotadas para que o processo possa avançar.

Relembre o caso

Roberto Justus e Ana Paula Siebert acionaram a Justiça contra o professor da UFRJ Marcos Dantas e a psicóloga Aline Alves de Lima após comentários feitos nas redes sociais envolvendo a filha do casal.

O episódio começou depois que uma foto de Vicky usando uma bolsa de grife recebeu um comentário atribuído ao professor, que teria escrito 'só a guilhotina'. A psicóloga teria apoiado a manifestação.




A defesa da família considerou os comentários ofensivos e pediu R$ 600 mil em indenizações nas duas ações. O valor foi dividido entre Roberto, Ana Paula e Vicky, com R$ 100 mil para cada um em cada processo.

Segundo informações divulgadas anteriormente sobre o caso, Marcos Dantas teria publicado um pedido de desculpas posteriormente. A defesa de Justus, entretanto, questionou a retratação e afirmou que o professor teria se colocado como vítima.

No processo contra Aline Alves de Lima, os advogados também sustentam que as manifestações atribuídas à psicóloga justificariam a reparação por danos morais.

Agora, a Justiça aguarda a manifestação da família Justus após a tentativa frustrada de localizar a psicóloga, antes de definir os próximos passos da ação.

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