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O refrigerante está entre os alimentos industrializados mais consumidos globalmente, mas seu elevado teor de açúcares sempre foi motivo de alerta entre especialistas em saúde. Para conquistar consumidores mais atentos à s calorias e ao controle de peso, surgiram as versões "zero", que prometem manter o sabor caracterÃstico, porém sem adição de açúcar. Mas será que essas alternativas são realmente mais benéficas?
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De acordo com o portal "Terra", as versões tradicionais da bebida costumam conter sacarose ou xarope de milho, ingredientes que elevam significativamente o valor energético, favorecem alterações na glicemia e podem estar associados ao desenvolvimento de sobrepeso, cáries e até diabetes tipo 2.
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Por outro lado, os refrigerantes zero trocam o açúcar por adoçantes artificiais, como sucralose, aspartame ou acessulfame-K, reduzindo drasticamente o número de calorias. No entanto, isso não significa ausência de efeitos negativos.
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Embora não contenham açúcar, essas bebidas ainda são classificadas como ultraprocessadas. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a ingestão frequente de adoçantes pode impactar negativamente a microbiota intestinal, o conjunto de microrganismos que habita nosso intestino, e aumentar a vontade de consumir alimentos doces.
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A melhor escolha, portanto, está no equilÃbrio. Assim, antes de optar por um copo gelado da versão tradicional ou zero, vale refletir sobre o contexto geral da alimentação e os hábitos de vida. Substituições pontuais podem ajudar, mas nenhuma versão substitui uma hidratação adequada e uma dieta equilibrada.