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Na última terça-feira (11), Paul McCartney anunciou um show surpresa no mesmo dia na cidade de Nova York e os ingressos esgotaram rapidamente.




Segundo a People, o show foi realizado num local com capacidade para 575 pessoas, o Bowery Ballroom e esgotaram em 30 minutos.

De acordo com um comunicado à imprensa, os ingressos estavam à venda apenas pessoalmente na bilheteria do local.

'Não há ingressos vendidos online', dizia. 'Por ordem de chegada. Um ingresso por pessoa.'

O comunicado também observou que as pessoas deviam evitar comprar de 'terceiros': 'Ingressos falsos não serão aceitos e a entrada será negada'.

Vale destacar que o  show surpresa de McCartney aconteceu poucos dias antes do 50º aniversário do Saturday Night Live, no domingo, 16 de fevereiro, onde ele fará uma aparição especial ao lado de Sabrina Carpenter, Adam Driver, Ayo Edebiri, Dave Chappelle, John Mulaney, Kim Kardashian, Martin Short, Miley Cyrus, Paul Simon, Pedro Pascal, Peyton Manning, Quinta Brunson, Robert De Niro, Scarlett Johansson, Steve Martin, Tom Hanks e Woody Harrelson.




Na próxima sexta-feira (14), também haverá um show especial no Radio City Music Hall, em Nova York, com Bad Bunny, Miley Cyrus, Post Malone, Jelly Roll, Backstreet Boys, Arcade Fire, Bonnie Raitt, Brandi Carlile, Brittany Howard, Chris Martin, David Byrne, DEVO, Eddie Vedder, Jack White, Mumford & Sons, Preservation Hall Jazz Band, Robyn, The B-52s e The Roots.

Paul McCartney emociona plateia em São Paulo em show repleto de clássicos

O lendário cantor e compositor britânico Paul McCartney realizou mais uma de suas grandes apresentações de sua turnê Got Back na noite desta quarta-feira (16) em São Paulo para um Allianz Parque lotado.

Após a introdução de Can't Buy Me Love dos Beatles e Junior's Farm dos Wings, o astro de 82 anos iniciou com sua saudação peculiar, arriscando na língua oficial do Brasil: 'Prometo falar mais português nesta noite'.




Com algumas alterações em seu repertório, se comparado à ultima vez em que Paul McCartney esteve em solo brasileiro, um destaques da noite foi Day Tripper, substituindo Birthday e a inédita Now and Then, dos Beatles, a qual Macca e sua incrível banda formada por Rusty Anderson, Brian Ray, Abe Laboriel Jr. e o veterano Paul 'Wix' Wickens - que também figura como diretor musical do show - imprimiram um belíssimo arranjo para a canção, com registros fotográficos dos Beatles sendo apresentados nos telões da arena.

No mais, o setlist de Paul McCartney revisitou vários outros sucessos de sua antiga banda, os Wings, como Let Me Roll It, onde o músico realizou um tributo a um de seus ídolos, Jimi Hendrix, com a inserção do clássico Fox Lady, além de Let 'Em InNineteen, Hundred and Eighty-Five, Jet, Band On The Run e, claro, a explosiva Live and Let Die, que a produção tem trabalhado mais no conceito visual em sua execução - com inúmeros fogos e espetáculos com raios lasers - do que propriamente com aquela explosão peculiar que empolgava as plateias.

Durante sua performance, Paul McCartney interagiu muitas vezes com a plateia, que gritava seu nome a todo o instante. O ex-Beatle se comunicou várias vezes apenas com olhares, que já era necessário para realizar uma conexão imediata com os fãs, que respondiam de imediato. Outro momento descontraído do cantor foi quando ele citou as palavras 'mano' e 'mina', uma alusão ao regionalismo paulistano.




Na pista premium era comum flagrar pessoas muito emocionadas, de várias faixas etárias: muitos jovens estavam acompanhados de seus pais e avós, que curtiram, em seu tempo, as músicas dos Beatles que não paravam de ser executadas nas rádios na década de 1960. Adolescentes, com camisas dos Beatles e do próprio McCartney eram muitos. Esta geração de fãs do artista realizarão o trabalho de perpetuar a sua obra para as futuras décadas.

Confira:

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