MC Mirella usou as redes sociais para comentar a repercussão de seus posicionamentos políticos e afirmou ter recebido ataques e ameaças depois de declarar apoio a Flávio Bolsonaro (PL). Em uma publicação no X, antigo Twitter, a cantora também disse que mantém seu carinho pela comunidade LGBTQIA+, apesar das divergências políticas com parte de seus seguidores.




 

“As gays que são de esquerda e estão me ameaçando e me atacando, de verdade, fique à vontade. As gays que gostam de mim de VERDADE, da pessoa MIRELLA, vão continuar gostando”, escreveu.

 

Na sequência, Mirella defendeu a convivência entre pessoas com opiniões políticas diferentes. “Vivemos em sociedade, é normal pensarmos diferente, ainda existe democracia. Eu não tenho nada pra xingar vocês ou entrar em guerra aqui ou qualquer outro lugar”, afirmou.

 

A cantora disse ainda que pretende manter uma relação de respeito com quem continua acompanhando seu trabalho, independentemente das diferenças políticas. “Eu, para os que gostam de mim, sempre ofereço amor e carinho, amo a comunidade e penso no melhor de todos nós. Se Deus quiser vamos melhorar nosso país!”, declarou.




 

A manifestação ocorreu depois de Mirella se posicionar sobre o debate em torno do fim da escala de trabalho 6x1. Na semana passada, um seguidor perguntou à cantora qual era sua opinião sobre uma eventual mudança no modelo.

 

Mirella respondeu que a decisão deveria considerar as leis e as discussões conduzidas pelas autoridades. “Por mim, que seja feito da melhor forma possível, conforme as leis do país e as decisões tomadas pelas autoridades competentes”, escreveu.

 

Ela também citou a possibilidade de adoção da escala 5x2, caso o modelo seja considerado mais adequado. “Se o modelo 5x2 for considerado o melhor para a maioria, que seja adotado. Estão pedindo muito isso!”, afirmou.




 

Na mesma publicação, Mirella defendeu o que considera uma maior liberdade para o trabalhador na definição da jornada. “O mais importante é garantir liberdade ao trabalhador para escolher como trabalhar, quantas horas e em quais dias, com remuneração justa por hora trabalhada. A direita defende justamente essa liberdade de escolha”, escreveu.

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