Quem acompanhou a primeira fase de "Renascer", em 1993, provavelmente se lembra de Patrícia França como Maria Santa, personagem que marcou a carreira da atriz e conquistou o público ao lado de José Inocêncio, vivido por Leonardo Vieira. Mais de três décadas depois, a artista, hoje aos 54 anos, está prestes a voltar à dramaturgia em uma produção do Globoplay.
A escalação para "Paraíso Perdido" também ajuda a responder uma pergunta que costuma surgir entre quem acompanhou seus trabalhos nos anos 1990: por onde anda Patrícia França?
Na nova trama, criada por George Moura e Sergio Goldenberg e com direção artística de Joana Jabace, a atriz interpretará Vânia, uma mulher que vive em uma realidade paralela. A personagem será mãe de Ritinha, papel de Larissa Bocchino, e Maurício, interpretado por Kelner Macêdo. A história terá como pano de fundo conflitos familiares e discursos de ódio.
Maria Santa marcou a carreira
Patrícia França estreou na televisão em 1992, como protagonista da minissérie "Tereza Batista". No ano seguinte, ganhou projeção nacional ao interpretar Maria Santa na primeira fase de "Renascer". A química com Leonardo Vieira foi tão lembrada pelo público que os dois voltaram a formar um par romântico pouco depois, em "Sonho Meu".
A atriz permaneceu em evidência na televisão ao longo da década e, em 2004, deixou a Globo para trabalhar na Record. Na emissora, assumiu a vilã Rosa no remake de "A Escrava Isaura". Depois, esteve em novelas como "Prova de Amor", "Luz do Sol" e "Poder Paralelo".
Por onde anda Patrícia França?
A volta à Globo aconteceu em 2014, quando Patrícia integrou o elenco de "Malhação – Sonhos". Desde então, a atriz seguiu alternando trabalhos na televisão. Seu último papel em uma novela foi em "Gênesis", produção bíblica da Record exibida em 2021.
Agora, cinco anos depois de sua participação na trama, Patrícia se prepara para um novo capítulo profissional. Em "Paraíso Perdido", ela dividirá o elenco com nomes como Alexandre Nero, Juan Paiva, Alanis Guillen e Clara Moneke.
A nova personagem marca, assim, o reencontro da atriz com a dramaturgia em um projeto do Globoplay e coloca novamente em cena uma artista que ficou especialmente conhecida por uma das personagens mais lembradas da primeira fase de "Renascer".