Em entrevista ao canal Bacci Notícias, Cristian Cravinhos voltou a falar sobre o caso que chocou o Brasil em 2002. Ao ser questionado sobre Suzane von Richthofen, ele citou avaliações psiquiátricas feitas durante o período em que ela esteve presa e atribuiu a ela características apontadas nos laudos.
"Quando você entrar na internet, você vai encontrar todos os laudos da Suzane. Dissimulada, articuladora, psicopata... Isso não sou eu quem estou falando, são os psiquiatras da unidade quando ela fez avaliação para migrar de regime", afirmou.
Cristian também contou como teria reagido nos dias seguintes à morte de Manfred e Marísia von Richthofen. Segundo ele, o arrependimento surgiu imediatamente e, dois dias depois do crime, comprou um buquê de rosas brancas para Suzane por acreditar que ela estaria abalada com a morte dos pais.
No entanto, relatou ter recebido uma resposta que o surpreendeu: "Cara, cê tá maluco? Não tem que pedir perdão de porra nenhuma, você me deu uma nova vida". Em seguida, completou: "Essa é a Suzane. Meu arrependimento foi instântaneo."
O condenado disse ainda que não mantém contato com Suzane desde 2006. Segundo Cristian, um livro sobre o caso já foi concluído e deverá chegar ao público ainda este ano. A publicação, de acordo com ele, reunirá informações que constam nos autos do processo.
"Meu livro já está pronto, ele foi feito na Holanda. Depois das eleições, ele será lançado e vocês vão ver o que aconteceu no caso Richthofen. Eu não tenho versão, não existe versão. Eu e meu irmão trabalhamos com fatos, está tudo dentro do processo. Só vou narrar o que está no processo", finalizou.