Fernanda Paes Leme se pronunciou após a repercussão de um trecho de seu podcast em que contou ter passado mal ao usar o Mounjaro depois da gravidez. A apresentadora afirmou que o vídeo compartilhado nas redes sociais apresentou apenas uma parte da conversa e disse que sua declaração acabou sendo interpretada de maneira diferente da intenção original.




 

Em um vídeo publicado no Instagram, Fernanda explicou que nunca criticou o medicamento e que sua reflexão era sobre o uso sem indicação médica das chamadas canetas emagrecedoras. Ela também destacou que reconhece a importância do tratamento para pessoas que realmente precisam e que o remédio pode trazer benefícios quando utilizado com acompanhamento profissional.

 

"Primeiro, eu não sou contra o Mounjaro ou canetinhas emagrecedoras. Muito pelo contrário, esses medicamentos, né, têm indicação médica e mudaram a vida de muita gente", explicou.

 

 

 

A apresentadora reforçou que sua crítica estava ligada à transformação desses medicamentos em uma tendência de internet e contou que sua própria experiência serviu como exemplo para levantar o debate: "Minha crítica nunca foi ao remédio. Era à cultura de que tudo virou uma solução rápida e de que pessoas que nem têm indicação para tomar estão tomando, inclusive como eu fiz."




 

Fernanda ainda afirmou que seu relato pessoal não deve ser visto como recomendação para outras pessoas e explicou que o episódio do podcast tinha como objetivo discutir a pressão estética e a banalização de soluções rápidas para questões relacionadas à saúde.

 

"Esse episódio inteiro, na verdade, ele fala sobre outra coisa. Ele fala sobre como a gente transformou saúde, beleza e bem-estar em mais uma cobrança. Não é um episódio contra um tratamento, é um episódio contra a banalização. Essa é a minha humilde opinião e, no fim, para quem assistiu e ouviu o episódio do Grande Surto, que deve ter uns 16 minutos, viu o episódio inteiro, viu que a mensagem é simples: que remédio não deve ser tendência de internet ou do momento. É um assunto de saúde", disse.

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