A cidade norueguesa de Bryne, onde Erling Haaland cresceu, recebeu uma doação inusitada do atacante do Manchester City: um exemplar raro de 1594 das Sagas dos Reis, obra do historiador e poeta islandês Snorri Sturluson.




 

O livro foi arrematado pelo jogador em um leilão realizado em dezembro do ano passado, por 1,3 milhão de coroas norueguesas, valor equivalente a cerca de R$ 693 mil pela cotação atual.

 

 

O destino da peça literária, no entanto, não foi uma coleção particular. Haaland optou por repassá-la à biblioteca pública de sua cidade natal, estabelecendo uma única exigência para a doação: que o exemplar permaneça permanentemente em exposição, garantindo acesso livre à população.

 

A iniciativa ainda ganhará um desdobramento educativo, já que o livro servirá de base para um concurso de leitura entre as escolas locais, cujo vencedor será premiado com uma ida ao estádio Ullevaal, em Oslo, para acompanhar de perto um jogo da seleção norueguesa.




 

O gesto reforça a imagem de Haaland como uma liderança que ultrapassa os gramados. Peça central no retorno da Noruega a uma Copa do Mundo após 28 anos de ausência, o atacante segue sendo o principal nome da equipe nacional, mas tem demonstrado, paralelamente, envolvimento constante com causas ligadas à sua comunidade de origem.

 

 

Esse interesse por atividades fora do futebol não é novidade. Praticante de xadrez, o jogador também investe no setor: integra o grupo de investidores do Total Chess World Championship Tour, competição idealizada por uma organização norueguesa.

 

O evento, ainda em fase piloto, tem estreia marcada para 2026, com etapas em quatro cidades ao longo do ano e premiação total estimada em 2,7 milhões de dólares, o equivalente a aproximadamente R$ 14 milhões. 

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