Ex-participante do "Big Brother Brasil 9"Francine Piaia, voltou a repercutir ao relembrar sua trajetória dentro e fora do reality, que a levou até a final da edição vencida por Max Porto.




 

Na época, ela se destacou pelo comportamento espontâneo, pelos laços marcantes no cabelo, por um relacionamento vivido no confinamento e por integrar uma das decisões mais disputadas da história do programa.

 

Quase duas décadas depois, a ex-sister construiu uma rotina bem diferente. Em entrevista ao gshow, ela revelou que atualmente vive no interior de São Paulo, é casada, convive com três animais de estimação e atua na produção de conteúdo adulto, além de se dedicar a outras atividades criativas.

 

"Minha vida hoje é supersossegada. Trabalho com internet e faço conteúdo adulto nas duas maiores plataformas. Também faço peças de cerâmica, pinto, modelo", revela.




 

Apesar da mudança de estilo de vida, Francine Piaia afirma que sua passagem pelo reality ainda influencia diretamente sua trajetória profissional. Segundo ela, o reconhecimento público segue constante e, muitas vezes, vem acompanhado de lembranças afetivas do programa.

 

"Faço trabalhos ainda hoje, 17 anos depois, provenientes do Big Brother, por ter sido conhecida no programa. As pessoas me reconhecem muito na rua. A nova geração não conhece tanto, mas quem tem mais de 40 anos conhece. É a época do Big Brother raiz", conta ela.

 

Depois da participação no programa, Francine passou por diferentes frentes profissionais. Atuou como repórter, apresentou atrações, trabalhou no rádio e tentou se consolidar em projetos ligados à televisão e ao entretenimento. Formada em Rádio e TV, ela conta que o reality foi um ponto de virada, mas também exigiu reinvenções ao longo dos anos.




 

A mudança mais recente aconteceu com sua entrada nas plataformas adultas, experiência que, segundo ela, também impactou sua autoestima e sua percepção sobre sensualidade.

 

"Decidi entrar na plataforma de conteúdo adulto. Foi uma coisa em que realmente me reinventei. Eu não me achava sexy, e isso despertou um lado sexy que eu não tinha, até para a autoestima", explica.

 

Hoje, ela diz se sentir confortável com a escolha profissional, mesmo diante de possíveis julgamentos.

 

"Me sinto bem fazendo. Me sentir desejada faz bem para mim. Apesar de escutar muitas críticas sobre quem faz esse tipo de conteúdo, é uma coisa supertranquila e que faz bem para o meu eu", afirma. 

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