De acordo com a coluna Fábia Oliveira, a ginástica brasileira atravessa um momento marcado por emoção e contrastes após a confirmação da morte de Ricardo Andrade, pai da atleta olímpica Rebeca Andrade, ocorrida no último fim de semana. O episódio acontece justamente em meio ao retorno da campeã às competições internacionais, após uma fase de conquistas recentes.




 

Nas redes sociais, a notícia foi tornada pública pela irmã da ginasta, Elisama, que prestou uma homenagem ao pai. "Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Descanse em paz, pai", escreveu a familiar da atleta.

 

Em contato com a imprensa, a assessoria de Rebeca confirmou o falecimento, mas informou que não serão divulgados detalhes adicionais, destacando o desejo da atleta de preservar o momento de forma íntima ao lado da família.

 

No cenário esportivo, a brasileira vinha de uma performance de destaque no Pan-Americano de ginástica artística, realizado no Rio de Janeiro, onde conquistou a medalha de ouro no salto e marcou oficialmente seu retorno às competições.




 

Na Arena Carioca 1, Rebeca encerrou a disputa como a última atleta a se apresentar no aparelho e garantiu média de 14.266 pontos. O desempenho teve como ponto alto o primeiro salto, avaliado em 14.433, a maior nota da final, apesar de um erro na segunda execução.

 

Após o ciclo olímpico de Paris-2024, a campeã havia se afastado temporariamente das competições para cuidar da saúde física e mental, período em que permaneceu fora das disputas oficiais por quase dois anos.

 

Durante a preparação para o Mundial de Ginástica Artística de 2026, em Roterdã, a atleta também compartilhou uma reflexão sobre o retorno às competições: "Independentemente do resultado, já celebrava este momento. Porque voltar é um ato de coragem. E eu estava pronta para viver cada segundo dele (Deu tudo certo)."

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