A influenciadora Júlia Medeiros, de 24 anos, usou seu perfil no Instagram para negar que tenha feito um ensaio com temática “mórbida” após publicar fotos em um quarto do Rosewood São Paulo, hotel de luxo onde a americana Hilde Ann Lynn Helphenstein, conhecida como Jerry Gogosian, foi encontrada morta.
Nas imagens postadas em seu perfil oficial, ela usa looks pretos em uma produção feita no local, o que levou seguidores a associarem o conteúdo ao caso.
Em um texto publicado no Instagram, ela pediu para que os seguidores parassem de relacionar as fotos feitas no hotel ao caso da americana. “Gente, parem de me mandar mensagem falando dessa tal de Hilde Ann Lynn e dizendo que fiz um ensaio com uma vibe ‘mórbida’ propositalmente. Isso não tem nada a ver”, escreveu.
Após a publicação das imagens, ela afirma que recebeu mensagens de pessoas questionando se o ensaio teria sido inspirado em uma estética de “true crime”, termo usado para conteúdos sobre crimes reais e casos de grande repercussão. Segundo Júlia, alguns seguidores relacionaram o vestido preto, a iluminação do quarto e o fato de as fotos terem sido feitas no mesmo hotel.
“Começaram a me mandar mensagens perguntando se eu tinha feito aquilo de propósito, como se fosse uma referência ao que aconteceu no hotel. Fiquei sem entender, porque não tinha essa intenção”, afirmou.
Ela também disse que não conhecia o caso quando fez as fotos e que só soube da associação depois das mensagens recebidas.
“Eu não conhecia esse caso quando fiz as fotos. Só fiquei sabendo depois, quando começaram a me mandar mensagens. Jamais usaria a morte de alguém como tema de ensaio ou como forma de chamar atenção. Foi um conteúdo feito em um hotel, sem qualquer intenção mórbida”, conclui.