O estilo das companheiras dos jogadores da Seleção Brasileira tem ganhado cada vez mais destaque fora das quatro linhas. Em aparições públicas e dias de jogo, as chamadas WAGs chamam atenção por escolhas que vão além da moda: relógios de alto padrão, muitas vezes avaliados em valores superiores a R$ 100 mil, viraram parte essencial da composição dos looks e reforçam um cenário de ostentação e exclusividade.




 

Entre os modelos mais comentados está o escolhido por Duda Fournier. A influenciadora apostou em um Audemars Piguet Royal Oak, peça da tradicional relojoaria suíça que ultrapassa a marca de R$ 400 mil, consolidando um dos acessórios mais caros vistos entre as acompanhantes da Seleção.

 

Já durante a estreia do Brasil contra o Marrocos, Carol Cabrino também chamou atenção ao surgir com um Cartier Baignoire em ouro. O modelo, conhecido pelo design clássico e sofisticado, é avaliado em mais de R$ 200 mil e reforçou o tom luxuoso da ocasião.

 

Em contraste com os valores mais elevados, Karoline Lima optou por uma proposta mais discreta no mesmo confronto. A influenciadora escolheu um Bulova Surveyor verde, avaliado em aproximadamente R$ 3.400, mostrando uma abordagem mais acessível dentro do universo da relojoaria.




 

No duelo contra o Haiti, quem também marcou presença com um acessório de destaque foi Natália Belloli. A esposa de Raphinha usou um Rolex Datejust totalmente preto, linha que reúne modelos cujo preço ultrapassa facilmente os R$ 100 mil no mercado de luxo.

 

Fechando a lista, Gabriely Miranda, namorada de Endrick, apareceu com o mesmo modelo clássico Datejust, porém em versão bicolor com mostrador champagne. A escolha manteve o padrão sofisticado observado entre as WAGs e reforçou a tendência de relógios de grife como símbolo de estilo nos bastidores da Seleção.

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