Virginia Fonseca voltou a movimentar as redes sociais nesta terça-feira (19/5) ao publicar uma sequência de fotos cercada por itens de altíssimo valor. Nos cliques, a influenciadora - que recentemente encerrou seu relacionamento com Vini Jr. - aparece exibindo acessórios que, juntos, podem ultrapassar a marca de milhões de reais.




 

Entre os destaques está um relógio da grife Richard Mille, modelo RM 037 "snow setting", adquirido em Dubai. A peça, com acabamento cravejado de diamantes e pulseira vermelha, é apontada como o item mais valioso da composição e pode custar cerca de US$ 600 mil, algo em torno de R$ 3 milhões.

 

Outro elemento que chamou atenção foi a presença de uma bolsa Hermès Birkin Himalaya, uma das mais raras e disputadas do mercado de luxo. Dependendo do leilão e do estado da peça, modelos semelhantes já ultrapassaram US$ 450 mil.

 

No mesmo ensaio, Virginia também aparece com uma Birkin tradicional em tom bege, avaliada em até R$ 190 mil.




 

A influenciadora ainda foi fotografada com um celular dobrável da marca britânica Vertu, conhecida por produzir aparelhos exclusivos e de tiragem limitada. Estimativas indicam que dispositivos desse padrão podem superar os R$ 130 mil.

 

Nas mãos e pulsos, outro detalhe ganhou destaque: as joias da linha Love da joalheria francesa Cartier. Algumas versões com diamantes podem ultrapassar R$ 300 mil cada, e o conjunto usado nas fotos pode se aproximar de R$ 1 milhão.

 

Somando relógio, bolsas, celular e joias, especialistas estimam que o valor total dos itens exibidos por Virginia varie entre R$ 3,2 milhões e R$ 5,6 milhões em acessórios de luxo.




 

Luxo restrito e acesso exclusivo

Mais do que o impacto dos valores, as imagens também evidenciam o acesso a um mercado altamente seletivo. Marcas como Hermès e Richard Mille operam com estratégias de exclusividade que vão além da simples capacidade de compra.

 

No caso da Hermès, adquirir uma Birkin exige histórico de relacionamento com a maison, além de listas de espera e critérios internos para liberação de peças raras, como a versão Himalaya.

 

Já a Richard Mille segue uma lógica semelhante no universo da alta relojoaria, priorizando clientes recorrentes, colecionadores e celebridades.

 

A produção extremamente limitada faz com que os modelos se valorizem ainda mais no mercado secundário, onde podem atingir cifras acima do preço original de boutique.

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