A herança de Gal Costa segue cercada de desdobramentos que misturam questões financeiras e disputas judiciais. Entre os bens deixados pela artista, a casa onde viveu seus últimos anos, localizada no bairro Jardim Europa, em São Paulo, voltou a chamar atenção após uma nova redução no valor de venda. O imóvel, que inicialmente estava anunciado por R$ 10 milhões, agora é oferecido por R$ 8 milhões, em uma tentativa de viabilizar a negociação.




 

Com cerca de 440 m², a residência reúne ambientes amplos, integração entre os espaços internos e um jardim com piscina, características que refletem um estilo de vida mais reservado adotado pela cantora na capital paulista. Apesar da localização valorizada, profissionais do setor apontam que a propriedade precisa de intervenções estruturais para se adequar ao padrão atual do mercado de alto padrão, o que tem dificultado a venda.

 

Paralelamente à tentativa de comercialização, novos relatos sobre os bastidores da vida da artista vieram à tona. Segundo informações divulgadas pela revista Veja, ex-funcionários relataram episódios de maus-tratos e pressão psicológica no ambiente de trabalho. As acusações são direcionadas principalmente à empresária Wilma Petrillo, apontada como responsável pela gestão da carreira de Gal nos últimos anos.

 

De acordo com esses depoimentos, havia um clima constante de tensão dentro da casa, com relatos de controle rigoroso sobre a rotina e as finanças da cantora, além de um suposto afastamento de pessoas próximas. O imóvel, que hoje tenta ser vendido, teria sido cenário não apenas de momentos pessoais e profissionais, mas também de um período descrito como de isolamento.




 

As denúncias surgem em meio à disputa pela herança, que envolve o filho da artista, Gabriel Costa. Ele contesta judicialmente o reconhecimento da união estável entre a mãe e Wilma, o que tem ampliado o embate em torno do espólio deixado pela cantora. 

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