Dado Dolabella usou suas redes sociais nesta quarta-feira (4/3) para responder às críticas de Luana Piovani, feitas após o anúncio de sua pré-candidatura a deputado federal pelo Rio de Janeiro. Em vídeo, o ator abordou o fato de a atriz, sua ex-companheira, voltar a citá-lo publicamente quase 20 anos depois do término do relacionamento. No início da gravação, Dolabella ironizou a postura de Piovani, chamando-a de "juíza do mundo".




 

"Senhoras e senhores, e agora, ela: a juíza do mundo. A pessoa que todo mundo já sabia que viria comentar. Vamo ouvir o que ela tem pra dizer. Depois de quase vinte anos, a minha falsa acusadora não tira meu nome da boca. Eu não devo nada na Justiça. O processo que essa falsa acusadora moveu contra mim foi anulado por causa de tantos erros e absurdos", afirmou o ator.

 

Dolabella explicou que a motivação para entrar na política está ligada a experiências pessoais difíceis. Segundo ele, "falsas acusações são repetidas tantas vezes que as pessoas passam a acreditar nelas como se fossem verdade", o que reforçou sua decisão de se candidatar.

 

 

 

Ele destacou ainda que pretende lutar por aqueles que foram vítimas de denúncias injustas ou tiveram sua imagem manchada por acusações sem provas.




 

A manifestação de Dolabella veio como resposta às declarações de Luana Piovani nos stories do Instagram, em que criticou a pré-candidatura do ex. "Gente, o país da piada pronta, né? Como é que pode uma pessoa que tem processo criminal se candidatar a um cargo público? Não poderia", disse.

 

A atriz acrescentou: "Uma pessoa que não paga pensão, um agressor, alguém que tem um processo criminal em andamento, um ex-presidiário... todas essas coisas, né? Mas no Brasil tudo pode, gente!"

 

O histórico do casal também é lembrado neste contexto. Dado Dolabella e Luana Piovani tiveram um relacionamento marcado por conflitos, que terminou em 2008. Naquele ano, Piovani registrou uma queixa contra o ator por agressão, dando início a um processo penal que foi arquivado em 2013 pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, sem condenação. Desde então, episódios do passado têm sido recorrentes em debates públicos entre os dois.

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