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Um homem foi preso em flagrante na última terça-feira (16) dentro do condomÃnio onde Isis Valverde vive, no Joá, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Segundo as informações divulgadas, o suspeito, natural do Rio Grande do Sul e atualmente morando na capital fluminense, insistia em falar com a atriz e mantinha comportamentos de perseguição há mais de duas décadas.
A repercussão do caso levou Marcos Pitombo a relatar uma situação semelhante vivida por ele. Em publicação no Instagram, o ator contou que também é vÃtima de perseguição. "Cadeia! Também sou perseguido por um stalker, com quem nunca tive nenhum tipo de contato ou relação anterior, há mais de um ano", escreveu.
O artista descreveu a gravidade do cenário enfrentado. "A pessoa segue a minha rotina, os locais que frequento, constrange meus amigos virtualmente e, pior, me persegue nos teatros onde me apresento. Me ameaça no meu local de trabalho. Já foi feito BO, Ministério Público já aplicou medidas protetivas, mas o stalker segue constrangendo pessoas próximas virtualmente e fazendo ameaças. Que bom que a justiça tem se debruçado em cima desse tema de forma enérgica, imponto limites nessas pessoas que desprezam princÃpios básicos de consentimento e bom senso", afirmou.
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Além do relato, Pitombo revelou que conseguiu registrar em vÃdeo um dos momentos em que percebeu estar sendo seguido. Nas imagens, ele confronta o homem. "Você tá me perseguindo e eu tô indo na polÃcia agora falar de você! Você tá me perseguindo. A próxima vez que você chegar perto de mim eu vou falar na polÃcia. Ouviu? Você tá me perseguindo, isso é um crime! Eu tô indo na polÃcia, tem testemunha que você tá me perseguindo", diz o ator durante a gravação.
O artista também tornou públicas mensagens recebidas do perseguidor, incluindo conteúdos de teor sexual e ameaçador. Em uma delas, o homem escreveu: "Como eu não quero ficar plado e quero trpar com você já. Eu fico pensando em te amarrar na cadeira e fazer você g*zar e pedir pra parar e eu não obedecer. Como eu gosto de pensar besteiras". Sobre o volume de provas reunidas, Pitombo destacou: "São mais de 300 páginas de prints anexadas no processo".