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O apetite de Gracyanne Barbosa passou por uma mudança significativa. Conhecida por consumir cerca de 40 ovos por dia para sustentar a dieta hiperproteica necessária aos treinos intensos, a musa fitness contou que reduziu drasticamente a quantidade do alimento em sua rotina.
"Tenho tido muito menos apetite, porque acabo gastando menos calorias. Como basicamente as mesmas coisas que eu comia antes, mas pela metade, praticamente. Eu não tenho mais tanta fome. Acho que tenho comido só uns 10 a 15 ovos, no máximo. Muito pouco!", declarou ao jornal "Extra".
Em processo de recuperação após romper o tendão do joelho esquerdo durante uma apresentação de lambada no quadro "Dança dos Famosos", do "Domingão com Huck", no fim de setembro, Gracyanne tem concentrado boa parte do tempo na fisioterapia, deixando os treinos pesados de lado.
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"É praticamente só fisioterapia e um treininho vagabundo. Faço quatro horas de fisio de manhã e mais duas à tarde. O treino de superiores é em casa e básico, porque preciso do apoio do andador ou da muleta para me locomover. Mas é um treino de 40 a 50 minutos, muito mais leve. Eu comprei uma bicicleta para fazer cardio daquelas que movimentam os braços, sabe? E pedalo com uma perna só. Minha mãe fala: 'Meu Deus, minha filha é muito doida!'. Consigo pelo menos dar uma suadinha... Treino mais para manter o máximo possÃvel de massa muscular no corpo, para que eu volte mais rápido quando puder andar sem muletas", explicou.
Atualmente no ar na quarta temporada de "Arcanjo Renegado", do Globoplay, onde interpreta Ketlyn, uma moradora de comunidade, a influenciadora revelou que o maior desafio não tem sido o esforço fÃsico, mas sim controlar a ansiedade e lidar com as limitações impostas pela recuperação.
"Foi complicado abrir mão dos trabalhos que eu teria agora. O 'Dança', em que eu estava muito feliz e me dedicava plenamente; um filme de que eu participaria... O 'Arcanjo', graças a Deus, a gente tinha terminado de gravar. E no verão eu costumo ser muito requisitada para trabalhos, principalmente com o corpo", detalhou. "Ainda tenho aquela preocupação, e isso é uma coisa em que eu preciso evoluir, de ficar pensando: 'Não posso perder esse trabalho porque não sei o dia de amanhã'. Por mais que hoje eu tenha uma estabilidade financeira muito diferente do que eu tinha antigamente, ainda sofro, porque sei que minha mãe e minhas irmãs dependem de mim financeiramente. Então, o que mais me aflige nesse perÃodo 'parada' é perder trabalho e, consequentemente, dinheiro. Na recuperação, em si, estou superconfiante. Acho até que o joelho vai ficar melhor que o outro."