Erika Januza compartilhou um relato profundo sobre sua jornada de autoconhecimento e aceitação corporal durante participação no programa "Saia Justa", do GNT, exibido na última quarta-feira (20). A atriz falou abertamente sobre as dificuldades que enfrentou na adolescência ao não se sentir confortável com sua aparência.




 

"Na juventude, a fase em que mais tive dificuldades em me aceitar foi justamente a adolescência. Eu me achava feia e fazia coisas como colocar pregador no nariz para afiná-lo, colocar toalha na cabeça para tentar ter o cabelo longo e usar duas calças para aparentar um corpo mais cheio. Isso me fazia mal", revelou.

 

Refletindo sobre a pressão de alcançar o "amor-próprio", Erika afirmou que a tarefa não é tão simples. "A gente fala muito sobre se amar, mas e quando isso não acontece? O que fazer quando não nos sentimos bem conosco?", questionou a atriz, recebendo apoio de Eliana, Bela Gil e Juliette, que estavam presentes na conversa.

 

Erika Januza reflete sobre adolescência e autoconfiança no 'Saia Justa' (Foto: Reprodução GNT)

 

 

Erika também revelou que o processo de aceitação foi longo e repleto de desafios. "É complicado quando a realidade constantemente nos diz que não estamos dentro dos padrões que a sociedade impõe, que nos diz o que é certo ou errado", afirmou a artista, que compartilhou o quanto esse processo foi doloroso, mas também fundamental para sua evolução pessoal.




 

Ao final, ela refletiu sobre a importância de aceitar a própria singularidade. "Hoje, penso: ‘Você é única, não há outra Erika’. Deus me trouxe ao mundo para viver a minha história, com minhas marcas e imperfeições. Aprendi a abraçar tudo isso", concluiu a artista, deixando uma mensagem poderosa sobre autoaceitação e autoconfiança.

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