Adriana Pereira, líder da congregação frequentada por Ludmilla no Rio de Janeiro, repercutiu nas redes após comentar publicamente sobre o casamento da cantora com Brunna Gonçalves. A declaração foi feita durante participação no "Programa da Mara Maravilha", exibido recentemente.
Baseando-se em sua interpretação da Bíblia, a pastora afirmou respeitar a união, mas classificou o relacionamento como um “pecado”. “Eu costumo dizer uma palavra: a Bíblia diz que Deus ama o pecador, mas aborrece o pecado”, declarou, ao ser questionada sobre o casal, que é pai e mãe de Zuri.
Apesar da posição religiosa, Adriana fez questão de afirmar que não se coloca como julgadora da vida pessoal da artista. “Sobre a vida particular dela, a gente ora, mas eu respeito. As pessoas têm uma mania de querer julgar muito os outros, mas quem tem direito de julgar é Deus”, completou.
A líder religiosa também comentou a forma como é vista pelo público, especialmente após sua ligação com Ludmilla. “Eu não sou pastora da Ludmilla, eu sou de todos que querem receber a Deus. As pessoas não me aceitam e não gostam de mim pelo meu comportamento. Ah, pastora de Ludmilla. Eu sou de todos”, disse.
A relação entre as duas já foi alvo de apoio público por parte da cantora. Em fevereiro de 2024, Ludmilla comprou o prédio onde funciona o templo liderado por Adriana, no Recreio dos Bandeirantes, no Rio. Segundo a revista Veja, o investimento foi estimado em cerca de R$ 750 mil.
Vale ressaltar que estudos e religiões divergem sobre o fato de a união entre duas pessoas ser ou não pecado. Do mesmo livro usado como base para essa interpretação, há passagens que condenam atitudes comuns no dia a dia — como comer certos alimentos, usar roupas de tecidos mistos ou trabalhar aos sábados — que, no entanto, são amplamente naturalizadas na sociedade brasileira e não vistas como pecado pela maioria.