Roberto Justus e Ana Paula Siebert se manifestaram neste domingo (13) por meio das redes sociais a respeito da polêmica envolvendo ataques direcionados à filha do casal, Vicky, de apenas 5 anos. O comunicado oficial foi publicado nos perfis do empresário e da influenciadora no Instagram.



 
 

"Em resposta às inúmeras perguntas sobre a questão dos acontecimentos da semana passada, informamos que o processo criminal deu entrada essa semana e o cível será nessa próxima segunda-feira", informaram na nota conjunta.

"Confiamos que a Justiça dará a resposta necessária a essas pessoas para que respondam por essa agressão infundada e sem sentido. Agradecemos o apoio e carinho que recebemos de tantas pessoas. Ana Paula e Roberto Justus", finalizam.

Relembre o caso


A controvérsia começou no dia 4 de julho, quando Justus publicou uma foto em família nas redes sociais, em que Vicky aparecia segurando uma bolsa de grife. Um perfil no X (antigo Twitter) repostou a imagem alegando que o acessório teria o valor estimado de R$ 14 mil. O assunto viralizou e recebeu diversos comentários, entre eles o do professor aposentado Marcos Dantas, da UFRJ, que escreveu: "Só a guilhotina..."




A frase foi duramente criticada e levou o casal a se pronunciar por meio de um vídeo. Ana Paula Siebert defendeu a filha e classificou o comentário como inaceitável: "Instigar a morte, instigar o ódio, é uma coisa inaceitável. Por isso que a gente está se pronunciando. Se a gente começa a assinar embaixo de que internet é terra de ninguém e todo mundo pode falar o que quiser, não é assim."

Justus e Ana Paula informaram na ocasião que iriam acionar a Justiça contra os responsáveis. Em resposta à polêmica, Marcos Dantas divulgou uma carta pública afirmando que sua frase foi "uma simples metáfora" e negando qualquer intenção de ameaça: "Sr. Justus, nem de longe, em momento algum, passou pela minha cabeça fazer qualquer ameaça pessoal ao senhor, sua esposa ou sua filha. Isso seria um absurdo!"

A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde Dantas atuou até sua aposentadoria em 2022, repudiou a fala do professor. Em nota oficial, a instituição e a Escola de Comunicação (ECO) condenaram: "Qualquer tipo de expressão de pensamento que incite à violência ou agrida a terceiros".
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