Emicida e Fióti anunciaram recentemente a separação de sua parceria artÃstica. O anúncio, feito nas redes sociais, surpreendeu muitos fãs e seguidores. A relação entre os irmãos, que até então parecia sólida, agora enfrenta desafios legais e empresariais. O rapper acusa o irmão de desviar R$ 6 milhões.
A Lab Fantasma, empresa criada pelos irmãos em 2009, é o centro das disputas judiciais. O conflito envolve questões societárias e alegações de descumprimento contratual. A separação oficial ocorreu em novembro de 2024, quando Emicida solicitou a saÃda de Fióti do quadro societário da empresa. A situação escalou para um processo judicial, que atualmente corre em segredo de Justiça.
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Quais são as Alegações e Disputas Envolvidas?
O caso é complexo e envolve várias alegações de ambas as partes. Emicida revogou a procuração de Fióti, bloqueou seu acesso a contas bancárias e informou aos funcionários que Fióti não tinha mais poderes na empresa. Além disso, Emicida acusa o irmão de desviar R$ 6 milhões da conta da empresa, uma acusação que Fióti nega veementemente.
Por outro lado, Fióti entrou com um processo para impedir que Emicida tome decisões unilaterais sobre a Laboratório Fantasma. Até 2024, de acordo com o processo, os irmãos detinham 50% cada da empresa, mas uma mudança alterou essa proporção para 90% para Emicida e 10% para Fióti, alegadamente por motivos estratégicos.
Como Fióti respondeu às acusações?
Em resposta à s acusações, Fióti afirmou que nunca desviou qualquer valor da Laboratório Fantasma ou de empresas do grupo. Ele enfatizou que todas as movimentações financeiras durante sua gestão foram transparentes e registradas conforme os procedimentos adotados pelos gestores. Fióti também mencionou que Emicida teria solicitado sua saÃda do quadro societário, e que um acordo foi assinado, mas não respeitado por Emicida.