Rodrigo Faro, que rompeu contrato com a Record, esteve no centro das atenções recentemente devido a uma disputa judicial relacionada a fake news. Em novembro de 2019, após a morte de Gugu Liberato, Faro foi criticado por supostamente questionar o ibope de seu programa durante uma homenagem ao colega falecido. Isso gerou polêmica e levou o apresentador a entrar com uma ação na justiça contra o portal E! em 2023.




 

A ação envolvia uma demanda por danos morais alegando que o portal teria publicado informações inverídicas sobre ele. Rodrigo Faro buscava a remoção do material controverso e uma indenização de R$ 15 mil. A sentença, entretanto, não favoreceu Faro, que perdeu o caso ao não comprovar a falsidade ou má-fé na publicação.

 

 

O juiz responsável pelo caso concluiu que a matéria divulgada pelo portal E! não era inverídica, mas uma transmissão dos fatos ocorridos, incluindo o questionamento de Faro sobre a audiência de seu programa. O magistrado também destacou que Rodrigo poderia ter solicitado um direito de resposta, mas optou por não o fazer. Sem evidência de intenção caluniosa, o pedido do apresentador foi considerado improcedente. 

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