Dinah Feldman está em cartaz com "Mazal Tov – Quando a Vida Sorri", no Teatro Moise Safra, na capital paulista, até 30 de setembro. A montagem é baseada no romance da escritora belga J. S. Margot e entrega a ela o papel de protagonista. "O que mais me atraiu foi a personagem: uma mulher curiosa que, ao revisar sua trajetória pela escrita, busca entender suas escolhas e a razão dos encontros que moldaram sua vida", afirmou.




 

Dinah Feldman (Foto: Andréia Machado)

Dinah também assina "O Vazio na Mala", peça que investiga silêncios e traumas atravessados por três gerações, inspirada no testemunho de seu primo e em um objeto de guerra. "O projeto começou com um 'sim'. Depois, o acaso colaborou: trabalhei no Museu Judaico justamente no ano da inauguração e convivi diariamente com aquela mala exposta", contou. Em 2025, a artista participou de uma conferência na China para compartilhar o processo de criação e refletir sobre teatro e memória.

 

Dinah Feldman (Foto: Andréia Machado)

O caminho da intérprete passa pela contação de histórias, linguagem que ganhou força em experiências na África, Colômbia e Israel, aproximando-a de suas raízes. "A cultura judaica é uma cultura de narrativas, transmitidas de geração em geração, e percebi que, de certa forma, dei a volta ao mundo para reencontrar minhas próprias origens", acrescentou em outro momento da conversa com o portal "Uai".

 

 


compartilhe