Rodrigo Vituanni sempre foi o palhaço da família, mas sem deixar de lado a timidez. Antes de mergulhar no universo da comédia, o paulistano 'atuou' com locação de mesas e cadeiras em sociedade com o pai. Inovador e habilidoso, sonhava em estar nos bastidores da televisão e encontrou nas redes sociais o palco ideal para exercitar sua veia artística.
Rodrigo Vituanni (Foto: Divulgação)
Renan Novelli (Foto: Divulgação)
Renan Novelli e Rodrigo Vituanni (Foto: Divulgação)
Não percebemos (risos). Não conseguimos ter essa dimensão, a impressão que temos é de que é tudo mentira, que, na verdade, temos 900 seguidores. É louco isso, porque sentimos que a ficha não caiu.
Renan Novelli e Rodrigo Vituanni (Foto: Divulgação)
Sim, no início nós não tínhamos tanta noção do que os internautas iriam gostar de ver, então fomos tentando de tudo um pouco, porém sempre tivemos a consciência de que ferir não era uma opção. Gostamos de brincar com gestos, conceitos, personalidades, principalmente as femininas, porque somos rodeados delas, e é com elas que nos sentimos confortáveis e em casa.
Acreditamos que a novelinha "Mariana Caloteira", com Mariana e Soraia, fez bastante sucesso e nos ajudou a chegar aqui. Somos parados na rua por gente que simplesmente gosta e pede outras. No entanto, a "tia do divórcio", a Nicole Bahls e a "tia que não se assume" também são queridas.
Mas, sem sombra de dúvidas, a que o pessoal adora é a Sandra Belíssima, a rica com cara de pobre. As pessoas se identificam demais com a Sandrinha e a amam. Porém, é a mais difícil de encaixar em situações, porque usamos apenas cenários reais e nem sempre são fáceis de se encontrar.
Renan Novelli e Rodrigo Vituanni (Foto: Divulgação)
O que ainda nos surpreende bastante é perceber que muitas vezes somos a única companhia de algumas pessoas e que, produzindo os vídeos, nós ajudamos as que estão longe. Arrancar sorrisos virou uma missão de vida, vemos beleza nisso.
Eu, Renan, me sinto acolhido com os elogios das minhas dublagens, que vão de uma "senhora bem idosinha" até uma criança espevitada. Nós dois temos uma conexão forte, não existe um sem o outro, somos a tampa e a panela. Nos nossos esquetes, nós passamos a bola um para o outro e é incrível como sabemos exatamente o "timing" de cada um. Tem sido divertido.
Eu, Rodrigo, sou muito emotivo, então, por vezes, me pego acompanhando os comentários e me sinto profundamente comovido com as mensagens de agradecimento de quem que está sofrendo com depressão ou que se sente sozinho de alguma maneira. Queremos que saibam que nós amamos vocês. E fica o registro!