A sentença que fixou mais de oito anos de reclusão para Léo Lins — em virtude de conteúdos considerados preconceituosos apresentados em 2022 — repercutiu entre os profissionais da área. Dois nomes ligados ao extinto "CQC", da Band, comentaram publicamente a polêmica.




 

Marcelo Tas (Foto: Reprodução/Instagram)

Marcelo Tas, ex-apresentador do programa e atualmente à frente do "Provoca", exemplificou a importância da liberdade artística: "Não é sobre gostar ou não da piada. Particularmente, não é meu tipo de humor. E daí? Quem não curte o Léo, é só buscar outro estilo de show. O resto é censura. Já vivemos isso. É inadmissível", escreveu no X, o antigo Twitter.

 

Oscar Filho (Foto: Reprodução/Instagram)

Já Oscar Filho, ex-integrante da atração e hoje dedicado ao stand-up, reagiu com sarcasmo e indignação: "Léo Lins, faz uma coisa. Transforma as tuas piadas em funk! Quem sabe você se safa como o MC Poze?". Em outra postagem, revelou: "Eu realmente duvidei que isso pudesse acontecer. É um completo absurdo uma coisa dessas. Que judiciário nós temos!".  

 

Léo Lins (Foto: Reprodução/Instagram)

A condenação está relacionada ao espetáculo "Perturbador", divulgado no YouTube. Segundo representantes legais de Lins, medidas jurídicas já estão sendo tomadas para tentar reverter a decisão.

 

 

 

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