• UAI SERVIÇOS
  • BOLETOS E NF
  • ANUNCIE NO UAI
  • PÁGINA DE LOGIN
UAI Notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Notícias
    • Página Inicial
    • Gerais
    • Política
    • Economia
    • Nacional
    • Internacional
    • Cultura
    • Degusta
    • Turismo
    • Case e Decoração
    • Horóscopo
  • Esportes
    • Página Inicial
    • América
    • Atlético
    • Cruzeiro
    • Vôlei
    • Futebol Nacional
    • Futebol Internacional
    • Esporte na Mídia
    • Onde Assistir
  • Entretenimento
    • Página Inicial
    • Famosos
    • Série e TV
    • Cinema
    • Música
    • Sertaneja
    • Variedades
  • TV Alterosa
  • Aqui
  • Sou BH
  • VEÍCULOS
  • Imóveis
  • Parceiros
  • Blogs
  • Serviços
    • Anuncie no Uai
    • Assine o Estado de Minas
    • Apostas
    • Mundo Corporativo
    • Networking e Negócios
    • Negócios
  • Notícias
    • Página Inicial
    • Gerais
    • Política
    • Economia
    • Nacional
    • Internacional
    • Cultura
    • Degusta
    • Turismo
    • Case e Decoração
    • Horóscopo
  • Esportes
    • Página Inicial
    • América
    • Atlético
    • Cruzeiro
    • Vôlei
    • Futebol Nacional
    • Futebol Internacional
    • Esporte na Mídia
    • Onde Assistir
  • Entretenimento
    • Página Inicial
    • Famosos
    • Série e TV
    • Cinema
    • Música
    • Sertaneja
    • Variedades
  • TV Alterosa
  • Aqui
  • Sou BH
  • VEÍCULOS
  • Imóveis
  • Parceiros
  • Blogs
  • Serviços
    • Anuncie no Uai
    • Assine o Estado de Minas
    • Apostas
    • Mundo Corporativo
    • Networking e Negócios
    • Negócios
Sem resultado
Veja todos os resultados
UAI Notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
Início Curiosidades

Grande Muralha Verde do Sahel: barreira bioecológica de 8.000 km usa microengenharia hidráulica e 100 milhões de hectares para travar o Saara

Por Gustavo Trindade
15/09/2026
Em Curiosidades, Diversão
Trabalhadores constroem microbacias semicirculares para reter água da chuva em solo degradado do Sahel.

Estruturas semicirculares ajudam a desacelerar o escoamento superficial e concentrar água onde o solo e a vegetação precisam se recuperar — Créditos: Imagem gerada por IA

EnviarCompartilharCompartilharEnviar
Resumo executivo
📐
Escala continentalCorredor transnacional com 8.000 km de extensão e cerca de 15 km de largura média, integrando 11 países signatários principais da África subsaariana.
💧
Microengenharia de retençãoAplicação massiva de bacias semicirculares (demi-lunes) e covas de retenção (zaï), ampliando a infiltração hídrica em solos lateríticos impermeáveis em até 500%.
🌳
Bioestabilização e espécies profundasUso de espécies xerófitas de raiz pivotante como Acacia senegal e Faidherbia albida, que alcançam 20 metros de profundidade sem competir com lençóis rasos.
🎯
Meta técnica para 2030Recuperação estrutural de 100 milhões de hectares de terras degradadas e sequestro acumulado de 250 milhões de toneladas de carbono.

Visto a partir de 400 km de altitude em imagens de satélite, o limite meridional do deserto do Saara não revela uma muralha de concreto contínua, mas uma malha geométrica de valas em curva de nível, microbacias semicirculares e manchas vegetais que se estendem do oceano Atlântico ao mar Vermelho.

Como uma faixa vegetal de 8.000 km consegue alterar o atrito do vento e a taxa de infiltração hídrica no Sahel?

O princípio físico que rege a estabilização eólica do solo baseia-se na elevação do comprimento de rugosidade aerodinâmica (z₀) da superfície terrestre. Em terrenos nus e desérticos, o vento cisalhante atinge velocidades de fricção superiores ao limite crítico de saltação de grânulos de quartzo (cerca de 0,20 m/s), desprendendo partículas finas de argila e silte em tempestades de areia constantes.

Ao introduzir quebra-ventos biológicos estratificados, a camada limite atmosférica é forçada a dissipar sua energia cinética nas copas arbóreas, reduzindo a velocidade do vento junto ao solo em até 70% a uma distância horizontal equivalente a 20 vezes a altura média das árvores.

Vista aérea mostra microbacias semicirculares e áreas restauradas da Grande Muralha Verde em uma paisagem árida do Sahel.
A Grande Muralha Verde combina recuperação da vegetação com técnicas de retenção de água e manejo do solo em áreas degradadas do Sahel — Créditos: Imagem gerada por IA

Quais são as dimensões geométricas e métricas hidrológicas do corredor transcontinental entre o Senegal e o Djibuti?

A estruturação desse megaprojeto de infraestrutura ecológica é coordenada internacionalmente pela Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (UNCCD) em articulação direta com a Agência Pan-Africana da Grande Muralha Verde (APGMV), envolvendo diretrizes quantitativas rigorosas de recuperação de bacias hidrográficas:

  • Extensão longitudinal do traçado: aproximadamente 8.000 km, cruzando desde Dakar (Senegal) até a costa do Djibuti.
  • Área de abrangência de projeto: meta formal de restauração de 100 milhões de hectares degradados até o ano de 2030.
  • Regime pluviométrico sazonal: precipitações anuais concentradas entre 100 mm e 400 mm, ocorrendo em tempestades convectivas de curta duração e alta energia cinética.
  • Taxa de escoamento superficial pré-intervenção: perdas hídricas laminares superiores a 80% da lâmina precipitada devido ao encrostamento físico do horizonte superficial.
  • Profundidade do sistema radicular estruturante: raízes de Acacia senegal e Balanites aegyptiaca atingindo profundidades de ancoragem entre 12 metros e 20 metros no perfil de intemperismo.

De que maneira as técnicas de zaï e meias-luas de retenção reconstroem a porosidade de solos lateríticos impermeabilizados?

A execução física das obras de contenção opera em etapas sequenciais de microterraplenagem. A primeira intervenção consiste no terraceamento por cordões de pedra em contorno (cordons pierreux), alinhados rigorosamente segundo as curvas de nível topográficas para frear a velocidade de escoamento e reter sedimentos carreados pela enxurrada.

Em seguida, são escavadas as covas de retenção conhecidas pelo termo técnico tradicional zaï. Com diâmetros de 20 a 40 cm e profundidades de 10 a 15 cm, dispostas a uma densidade de aproximadamente 10.000 unidades por hectare, essas concavidades recebem uma dosagem calculada de biomassa orgânica que atrai cupins e macrofauna de solo, cujos túneis subterrâneos aumentam a permeabilidade natural do substrato rochoso endurecido.

Parâmetro de Engenharia Abordagem Original (Monocultura) Bioengenharia e Microbacias (Atual)
🌲 Sobrevivência de mudas Inferior a 20% nos primeiros 24 meses Superior a 75% com microbacias hídricas
💧 Retenção de água pluvial Quase nula; escoamento superficial rápido Armazenamento in situ de até 60% da chuva
💰 Custo de implantação/ha Estimado em mais de US$ 1.200/ha Reduzido para US$ 250 a US$ 400/ha

Como os projetos de bioengenharia no Saara revertem a salinização e recarregam os aquíferos subterrâneos?

A recuperação de solos áridos transcende a barreira física das copas florestais; ela atua como um recondicionamento termodinâmico de bacias hidrográficas inteiras. Quando o solo retém a umidade de precipitações torrenciais concentradas, a evaporação violenta que antes elevava sais minerais até a superfície crustal é interrompida, cessando o processo crônico de salinização mecânica.

Com a desaceleração do escoamento superficial através de trincheiras de infiltração, a recarga piezométrica dos lençóis freáticos salta de índices residuais inferiores a 5% para patamares que ultrapassam 25% do volume total precipitado, restabelecendo nascentes e a umidade capilar do subsolo em zonas agrícolas adjacentes.

Abaixo, um vídeo do DW Brasil (YouTube) que aprofunda o tema:

▶ Assistir no YouTube: Como países estão reflorestando desertos

Quais parâmetros da convenção UNCCD e da engenharia geotécnica diferenciam o modelo atual das falhas de monocultura dos anos 1980?

Nos primórdios dos projetos de combate à desertificação nas décadas de 1970 e 1980, planos governamentais plantavam fileiras maciças de espécies exóticas homogêneas, como o eucalipto, sem considerar o balanço hídrico do perfil freático. O resultado foi o colapso de mais de 80% das mudas em menos de três anos por exaustão hídrica profunda e ataque de pragas.

O modelo contemporâneo validado pela UNCCD baseia-se na Regeneração Natural Assistida (FMNR) combinada com princípios análogos aos da norma brasileira ABNT NBR 11682 (Estabilidade de encostas e contenção de taludes), priorizando espécies autóctones fixadoras de nitrogênio com fenologia invertida, como a Faidherbia albida, que mantém copa cheia durante a estiagem e perde folhas nas chuvas, fertilizando o solo sem bloquear a radiação solar das culturas temporárias.

Covas zaï acumulam água e matéria orgânica em solo seco para favorecer a recuperação da vegetação no Sahel.
Pequenas depressões escavadas no terreno concentram chuva e matéria orgânica em pontos específicos do solo degradado — Créditos: Imagem gerada por IA

Quando projetos de terraplenagem em curva de nível e contenção de erosão exigem um engenheiro geotécnico?

A implantação de bacias de infiltração, barramentos de retenção de sedimentos e microdiques de terra envolve riscos hidrológicos e geotécnicos severos quando mal dimensionada. A contratação de um engenheiro civil com especialização em geotecnia e drenagem superficial é indispensável sempre que as intervenções alteram a declividade natural do terreno ou interceptam linhas de talvegue.

Erros no cálculo de vazão de pico para períodos de retorno (tempo de recorrência) decenais ou cinquentenários podem provocar a ruptura em cadeia dos aterros por liquefação ou galgamento, gerando enxurradas de lama capazes de soterrar comunidades a jusante e acelerar a formação de voçorocas destrutivas em solos arenosos incoerentes.


📖
Leia também:
O ‘muro vivo’ construído para conter o deserto do Saara, que não para de crescer

→

Tags: combate à desertificaçãodeserto do SaaraGrande Muralha VerdeSahel africano
ANTERIOR

Rodrigo Balassiano encara novo desafio no mercado financeiro

PRÓXIMO

Limpar os bicos do chuveiro com um prego ou agulha pode parecer prático, mas vai espalhar o jato de água para todos os lados

PRÓXIMO
Limpar os bicos do chuveiro com um prego ou agulha pode parecer prático, mas vai espalhar o jato de água para todos os lados

Limpar os bicos do chuveiro com um prego ou agulha pode parecer prático, mas vai espalhar o jato de água para todos os lados

Anuncie no UAI

Entretenimento

    • Famosos
    • Série e TV
    • Cinema
    • Música
    • Variedades

Estado de Minas

  • Gerais
  • Política
  • Economia
  • Internacional
  • Nacional
  • Cultura
  • Saúde e Bem Viver
  • EM Digital
  • Fale com o EM
  • Assine o Estado de Minas

No Ataque

  • América
  • Atlético
  • Cruzeiro
  • Vôlei
  • Basquete
  • Futebol Nacional
  • Futebol Internacional
  • Esporte na Mídia
  • Onde Assistir
  • Política de privacidade
  • Entre em contato

Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Notícias
    • Página Inicial
    • Gerais
    • Política
    • Economia
    • Nacional
    • Internacional
    • Cultura
    • Degusta
    • Turismo
    • Case e Decoração
    • Horóscopo
  • Esportes
    • Página Inicial
    • América
    • Atlético
    • Cruzeiro
    • Vôlei
    • Futebol Nacional
    • Futebol Internacional
    • Esporte na Mídia
    • Onde Assistir
  • Entretenimento
    • Página Inicial
    • Famosos
    • Série e TV
    • Cinema
    • Música
    • Sertaneja
    • Variedades
  • TV Alterosa
  • Aqui
  • Sou BH
  • VEÍCULOS
  • Imóveis
  • Parceiros
  • Blogs
  • Serviços
    • Anuncie no Uai
    • Assine o Estado de Minas
    • Apostas
    • Mundo Corporativo
    • Networking e Negócios
    • Negócios