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| "Continuo trabalhando e estou muito envolvido com minha família" |
O topógrafo
Antônio Passos está levando a vida numa boa desde que conseguiu a aposentadoria. Pelo menos economicamente falando. Com o benefício de um salário mínimo, dobrou seus rendimentos e passou a poder ajudar a família, coisa de que ele muito se orgulha. "A vida de aposentado está boa. Continuo trabalhando e estou muito envolvido com minha família. Mesmo tendo tido filhos de casamento diferentes, estou conseguindo reunir os filhos no fim de semana".
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Apesar disso, está difícil para ele conseguir fazer economias, mesmo com o aumento no olerite. "Para fazer poupança ainda não deu. Antes (de aposentar) eu não estava conseguindo ajudar nem a mim. Pago aluguel e sobreviver só com um salário mínimo não é fácil. Agora, como continuo com a vida simples que levava. Querer menos é muito melhor do querer muito e não ser feliz".
O problema que Antônio Passos enfrenta agora é a lentidão do Sistema Único de Saúde (SUS). Há cinco meses, entregou um pedido de retorno médico, e até agora não conseguiu ser atendido. "Fui ao médico e ele me pediu que retornasse em seis meses. Depois desse período, fiz o exame de PSA (de prevenção ao câncer de próstata) mas não consegui consulta de retorno". O aposentado conta que está correndo risco, pois o pai morreu de câncer de próstata e ele próprio já fez três biópsias (todas com resultado negativo). "Não posso ficar sem monitorar o meu PSA".
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Esta matéria tem: (1) comentários
Autor: Marcos Bueno Tôrres
Eu, Presidente do Partido dos Ingênuos,como tal comecei a contribuir com a (INSS), em 1975, que tinha o limite máximo 20 salários mínimos.Hoje, teoricamente o limite é de 10 salários mínimos, aplicando-se ainda o fator previdenciário.Eu estou pagado para obter o que contratei,não é assistencialismo. | Denuncie |