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| "Abri mão de regalias como, por exemplo, tomar uma cerveja durante a semana", diz Wagner |
Adeus nome sujo! É assim que o analista de qualidade
Wagner de Jesus Pereira quer fechar o mês de agosto. No mês passado, ele pagou a dívida mais difícil de negociar, que era a de uma loja de eletrodomésticos. O débito original era de R$ 700, mas com juros sobre juros, chegou a R$ 5 mil. O analista conseguiu que a fatura baixasse para R$ 349, ainda divididos em três vezes. "Ia fazer cinco anos que devia. Acho que, por isso, eles reduziram tanto assim", afirma. A primeira parcela já foi paga e ele se diz aliviado.
Wagner também acha que sua estratégia de encerrar os contatos com a empresa também deu certo. "Até junho ligava toda semana tentando negociar. Depois parei e eles me ligaram em julho. Inclusive foi a loja que estipulou o valor de R$ 349. Aceitei sem questionar", declara. De acordo com o analista, se ele pagasse à vista, ainda teria desconto. "Mas não tinha essa quantia e optei por dividir", revela. Desde o início do ano, o projeto Na Real vem acompanhando os passos do analista de qualidade para sair do vermelho.
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Ele conta que para limpar seu nome e sair definitivamente do vermelho, falta apenas reapresentar dois cheques nos valores de R$ 140 e R$ 160, respectivamente. "Neste mês quero estar com o nome limpo. Fico aliviado porque planejei no início do ano e estou conseguindo cumprir à risca o ritmo que determinei para minhas finanças". Wagner relembra que o mais difícil foi o começo. "Abri mão de regalias como, por exemplo, tomar uma cerveja durante a semana. Atualmente, lazer é só sábado ou domingo".
A meta agora, segundo o analista de qualidade, é limpar o nome da esposa. Wagner faz as contas: "No nome dela, ainda devo cerca de R$ 2mil. Vou conseguir pagar tudo este ano, como planejado. Parcelei as minhas dívidas e digo que estou com a renda comprometida, mas não mais inadimplente", comemora.
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