As operadoras de planos de saúde terão limite de tempo para atender seus usuários. O prazo máximo que um consumidor poderá esperar na fila será determinado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). As empresas também terão de demonstrar capacidade operacional para atender todos os clientes de suas carteiras.
As medidas vão disciplinar o atendimento tanto para consultas ambulatoriais, como para cirurgias, internações e exames. A ANS já começou a mapear o tempo que as operadoras levam para autorizar e executar procedimentos. Nessa segunda-feira, a Comissão de Defesa do Consumidor e do Contribuinte da Assembleia Legislativa de Minas Gerais e o Ministério Público, entregaram ao diretor de normas e habilitação de operadoras da ANS, Alfredo Luiz de Cardoso, documento denunciando a superlotação e filas.
"A agência se comprometeu a publicar em 60 dias uma norma forçando as operadoras a demonstrar que têm capacidade de atender a todos os seus usuários. O que ocorre hoje é uma venda de serviços superior à oferta", disse o vice-presidente da Comissão, Délio Malheiros.
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