Chico Xavier não morreu. Para pessoas como Célia Diniz, Moyra Tofani, Maria de Fátima e Arnaldo Rocha, ele está vivo e cada vez mais presente. Ao lado de outros admiradores do líder espiritual, acompanharam ontem a cerimônia de inauguração do Memorial do Centro Espírita Luiz Gonzaga, em Pedro Leopoldo, na Grande BH, cidade natal do médium, onde ele viveu por cerca de 50 anos. O memorial foi erguido na casa em que ele nasceu.
Amigo de Chico, o dialogador espírita Arnaldo Rocha, de 88 anos, chegou animado para a cerimônia. Logo que entrou no Centro Espírita Luiz Gonzaga, ele começou a reviver casos ocorridos no local. A cada cômodo da casa uma história diferente dos cultos espirituais lá realizados. "Meu pai sempre foi assim, sempre que vem para cá ele fica animado. Tenho até que ficar atrás dele para controla-lo", diz Moyra Tofani Rocha, filha de Arnaldo.
O memorial é composto por 32 quadros em óleo sob tela que contam um pouco da vida do médium. Um deles narra, em uma linha do tempo, sua trajetória desde seu início no espiritismo. Está presente neste quadro, por exemplo, quando ele foi rezar em um açude em companhia de duas senhoras e viu pela primeira vez o seu guia espiritual, Emmanuel, que o acompanhou até se desencarnar. O memorial tem a curadoria e pesquisa de Oceano Vieira de Melo.
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Autor: Conclusiva Conclusiva Celebridadestv
O espirito não compreende as línguas ou os idiomas e sim as falas da matéria. O espirito de Emmanuel recebe a mensagem em uma língua espiritual ( Os espíritos seja de qualquer nacionalidade compreende uns com os outros ) e repassa de uma forma que a pessoa como Chico Xavier entenda. O português sempr | Denuncie |