Maurício Lara - Estado de Minas
Publicação: 24/12/2009 11:38
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O italiano Massimo Bataglini nem sabia que BH estava no mapa até sair do México, de ônibus, para procurar amigos. A viagem, sem pressa, durou seis meses. Ele chegou no final de 1998, quando um desses amigos tinha acabado de alugar um imóvel no Bairro Santa Efigênia. “Ele tinha a idéia de fazer um restaurante”, diz Massimo, que gostou do projeto e da cidade. O espaço transformou-se no restaurante Osteria Matiazzi.
O italiano casou-se com uma mineira e, hoje, nem pensa em voltar para Veneza, sua cidade Natal. Mas trouxe de lá a falta de gosto por automóveis e trânsito engarrafado. Pelo prazer de caminhar e pela necessidade de se deslocar, gostaria de dar à cidade, como presente de Natal, um “ferrorama”, em clara analogia ao brinquedo ferrorama. “Penso que esse é melhor presente para quem mora em uma grande metrópole”, reflete.
De 
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