No país da religiosidade e dos elefantes

Com população de 67 milhões de habitantes, a Tailândia encanta pela beleza natural e pela arquitetura. Mas chama a atenção pela culinária exótica e o animal, símbolo nacional

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Christophe ARCHAMBAULT/AFP
Vista do alto de Bangcoc, capital da Tailândia, cortada pelo Rio Chao Praya. Cidade atrai turistas de todas as partes do mundo para conhecer templos espetaculares e a cultura (foto: Christophe ARCHAMBAULT/AFP)

 Milênios de civilizações deixaram, em cada sítio do antigo Reino do Sião, a sua marca. Templos monumentais são um passeio à arquitetura oriental. É uma nação budista. São incontáveis imagens de Buda. Brancas, douradas, em pedra, monumentais. Mas nem só de espetaculares templos vive o turismo tailandês. Ao Noroeste do país, nas imediações de Chiang Mai, segunda cidade mais importante do país – também chamada de “Rosa do Norte” –, os elefantes, símbolo nacional, não só fazem acrobacias, mas sobretudo, pintam.

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Não longe dali, ao Norte, três fronteiras se interceptam na confluência do Mekhong e Ruak. Na pequena vila de Sop Ruak, ponto mais alto da intercessão da Tailândia com Mianmar e Laos, as paisagens se abrem sobre os rios. É o Triângulo de Ouro. As histórias de tráfico de ópio e heroína no Norte da Tailândia envolvem a região em mistério, assim como a presença, nas imediações de Chiang Mai, de diversos tribos de países vizinhos, como o povo Kayan – da etnia Karen, conhecido pelas mulheres que usam argolas permanentes nos pescoços, que chegam a pesar sete quilos. O blog 1001 lugares pra se viver (1001lugarespraseviver.com) apresenta, esta semana, essa tribo que migrou de Mianmar, antiga Burma, com hábitos e costumes que fascinam o Ocidente e se tornaram inspiração para a embalagem da fragrância J´adore, de Dior.


Localizada no coração do Sudeste Asiático, entre o Oceano Índico e o Mar Meridional da China, o país tem uma população de 67 milhões bastante concentrada nas planícies centrais e na capital e região metropolitana de Bangcoc. É uma monarquia constitucional – o monarca é o chefe do Estado e o primeiro ministro o chefe de governo –, atualmente governada por uma junta militar que se intitula Conselho para a Segurança Nacional. Desde a reforma política da monarquia absoluta em 1932, a Tailândia teve 17 constituições. A ideia do monarca hereditário como símbolo da unidade nacional tem sobrevivido, apesar de, nesse período, golpes e contra-golpes terem levado o país a ditaduras militares entremeadas por governos eleitos.

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