Saiba as dicas para comprar bilhetes a preço de banana

Comprar passagens aéreas mais em conta exige paciência. Ter flexibilidade de datas ou destinos ajuda. Se organize, pois a economia pode chegar a 30%

por Laisa Queiroz 27/05/2015 00:06

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ANA RAYSSA/ESP. CB/D.A. PRESS
O analista Rodrigo Grassi fica de olho nas promoções relâmpago: ele e o filho foram para o Rio durante a Copa por R$ 261 ida e volta com taxas. (foto: ANA RAYSSA/ESP. CB/D.A. PRESS)
Viajar é o grande sonho dos brasileiros. Pesquisa divulgada no início do ano pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e o portal de educação financeira Meu Bolso Feliz mostra que 26,8% da população quer torná-lo realidade. Desses, 15,3% desejam conhecer outro país.

De acordo com dados do Ministério do Turismo, a cada ano cresce o número de turistas que viajam dentro e fora do Brasil. Porém, o maior empecilho enfrentado pelos turistas é o preço das passagens aéreas. Claro, há destinos mais acessíveis, como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, onde é possível ir por pouco mais de R$ 100 o trecho, na maior parte do ano, desde que se compre o bilhete com antecedência.

O analista de mídias sociais Rodrigo Grassi, de 37 anos, não perde tempo e costuma viajar uma vez por mês pagando pouco. “Meus amigos gostam muito de viagens, então, pelos grupos que temos no WhatsApp, já fico sabendo de quase todas as promoções de passagens”, conta. No ano passado, ele conseguiu ir para o Rio de Janeiro durante a Copa do Mundo por apenas R$ 108 ida e volta. Rodrigo ainda levou o filho de 6 anos, que paga como criança e fez o mesmo trecho por R$ 64,80. As taxas de embarque dos dois, que ficaram na capital carioca de 3 a 7 de julho, foram de R$ 88,24.

No total, com tudo incluso, eles gastaram R$ 261,04. Em abril, Grossi aproveitou outra promoção e foi a Porto Alegre por R$ 59. “Normalmente, esse trecho custa em torno de R$ 200.” A maior dificuldade que muitos turistas enfrentam, no entanto, é não conseguir conciliar a viagem com o trabalho, pois muitas promoções são para passear no meio da semana.

Por ter horários flexíveis, Rodrigo não enfrenta esse problema. Mas nem sempre consegue promoções para ir aonde quer e quando quer. Nesses casos, planejar com antecedência continua sendo o melhor caminho. “O ano-novo, eu começo a planejar seis meses antes e fico de olho diariamente nos preços das passagens. No carnaval, às vezes, viajo no meio do feriado, que é bem mais em conta que na véspera.”

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