Belezas asiáticas

Porta de entrada para a Ásia, Cingapura encanta por sua organização, ritmo frenético e atrações sofisticadas. Indo até lá, estique até a Indonésia

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Juliana A. Saad
Especial para o EM

 

SONNY TUMBELAKA/AFP-28/3/14
Turistas participam da cerimônia Melasti, em Bali, um festival de purificação que ocorre dias antes do Nyepi, dia de silêncio total para os hindus (foto: SONNY TUMBELAKA/AFP-28/3/14)
 

 

Porta de entrada para o Sudeste asiático, Cingapura tem hoje o melhor aeroporto do mundo, Changi. De lá, voos conectam todos os lugares do globo, com ênfase para a Ásia. O local é um daqueles destinos a que se volta sempre, porque a cidade muda a um ritmo frenético, sem contudo se esquecer das tradições que a tornam um mosaico interessante. A cidade-estado é um destino quente pelo charme e pelo exotismo. Das ruas limpas e seguras, passando pela sofisticada rede hoteleira e muitas opções de entretenimento, que buscam surpreender sempre. Elegantes shoppings acomodam butiques, oferecendo todo tipo de artigo de luxo.

Para adquirir cultura e se divertir, a cidade tem museus ultrassofisticados, como o Peranakam e o National Museum, e um ousado complexo chamado Marina Bay Sands às margens do Singapore River. O local é uma das mais icônicas imagens do cosmopolitismo de Cingapura, com três torres de hotel coroadas pelo Sands Sky Park no topo. Trata-se de um complexo de lazer, que apresenta uma imensa piscina de borda infinita, que dá a impressão de que se está nadando no horizonte. A visão de 360 graus de Cingapura a partir da Singapore Flyer, a maior roda-gigante do mundo, os bairros étnicos que transportam o viajante para lugares tão diversos quanto o Oriente Médio, a China, a Malásia e a Índia, e os indescritíveis jardins temáticos do Gardens by the Bay são outras das muitas opções disponíveis.

MOSAICO CULTURAL Estando em Cingapura, por que não dar um pulo na Indonésia, que está logo ali do lado? Considerada o maior arquipélago do mundo, ela está bem na encruzilhada de dois oceanos – o Pacífico e o Índico – e dois continentes (Ásia e Austrália), o que faz do país um mosaico diverso de culturas, nas quais saltam aos olhos a hospitalidade genuína e a forte presença da religião, seja por meio dos diversos templos hinduístas de Bali, seja pelas danças e músicas Gamelan de Java ou pela beleza de monumentos budistas, como Borubudur, em Yogyakarta. As comidas típicas também exibem especiarias, que atraíram ocidentais. O prato nacional é o nasi goreng, que significa “arroz frito”, e pode ser encontrado em todos os lugares. Não deixe de provar os doces, como o rujak, e os bolos de especiarias com coco. Cuidado apenas com a pimenta sambal oelek.

No Sudeste da Ásia, em meio ao exotismo tropical da Indonésia, a Ilha de Bali é banhada pelo Oceano Índico e cercada por natureza praticamente intocada. Com uma cultura singular, templos, florestas densas, rios e paisagens, ela encanta e atrai os turistas. Conhecida como a Ilha do Mil Templos, o local exibe a força do hinduísmo nos detalhes diários da gentil população, que mantém oferendas nas portas das casas. Para entrar nos templos é obrigatório o uso de um sarongue sobre a roupa, o que lhe coloca no astral do lugar. A bela e exótica Ilha de Bali está no imaginário de milhões de pessoas, alimentado por fotos, documentários e cenas de filmes. E ela vale o que cada imagem sugere.

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