Aventura e emoção de viver

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Zulmira Furbino

Apenas duas decisões separam você de uma viagem incrível e inusitada: o destino e como ela será realizada. Da Lapônia, terra do Papai Noel, na Finlândia, passando pela Noruega, por mergulhos com os maiores tubarões do mundo. Das Ilhas Maldivas, no Oceano Índico, a um passeio no lombo de um elefante nas montanhas de Chiang Mai, na Indonésia. Da visita a um navio viking totalmente preservado em Oslo, na Noruega, à visita a outro navio, desta vez naufragado, mas também recuperado, em Estocolmo, na Suécia. De passeios de snowmobile na beirada de uma floresta congelada no Círculo Polar Ártico a um safári com huskies siberianos por florestas que, em vez de folhas, sustentam inusitadas esculturas de gelo que a neve deixa nas árvores. De uma viagem de buggy de três dias no Deserto de Uyuni a uma aventura de ônibus pela América do Sul. Confira aqui as aventuras dos viajantes que não abrem mão do inesperado ao botar o pé na estrada.



De motorhome, na Noruega
» Família brasileira formada por Eneida Oliveira Dechery, Mino Oliveira Dechery, Mali Oliveira Alves de Carvalho e Jurandir Gomes de Carvalho Júnior, advogado, que nos deu o seu depoimento.

“Minha mulher, Eneida, já tinha ido à Noruega na juventude e queria mostrar tudo aquilo a mim e aos nossos dois filhos. Como seria muito caro passar 15 dias no país de maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do mundo, optamos por alugar um motorhome, o que nos livraria de muitas diárias de hotel. Com o transporte-hotel reservado, embarcamos para a aventura familiar, no início do verão escandinavo. As temperaturas estavam entre menos 2 e mais 7 graus centígrados. O motorhome era ótimo, moderno e, apesar de ser “um trambolho”, era fácil de dirigir. Para conduzi-lo, não precisei de nada além da minha carteira de habilitação brasileira. Problema mesmo eram as estradas surpreendentemente apertadas, sem acostamento, embora o asfalto fosse perfeito. Sem falar dos túneis de até 24 quilômetros.

Vencidos os primeiros três dias de viagem, quando as crianças estavam 'infernais', sem entender bem aquele confinamento de dias e noites, as paisagens de quebra-cabeça compensavam tudo. Acordar ao lado de um lago congelado foi um dos nosso primeiros deslumbramentos. Chegar ao alto de uma montanha e ver neve caindo pela primeira vez transformou as crianças em ‘verdadeiros’ anjos... O problema é que essa primeira neve durou três dias e três noites, o que trouxe certa tensão aos deslocamentos. Neve bem aproveitada mesmo foi durante os dois dias numa estação de esqui, com uma instrutora sueca muito bacana e paciente com nossos incontáveis tombos. Nos lifts, ficávamos próximos dos altos picos. Dando um descanso à casa sobre rodas, pegamos a ferrovia mais inclinada do mundo. Fantástica. De volta ao asfalto, passamos pelas soturnas igrejas negras, de madeira queimada, antiquíssimas, como a Borgund Stavkirke de 1.150 a.C. Durante a viagem, percorremos quase 3 mil quilômetros. Valeu demais.”




Fugindo do Dragão-de-Komodo
» Rommel Xavier, engenheiro civil e empresário, de 57 anos

“Em janeiro, completei viagens a 50 países, na maioria deles, em busca de aventuras, principalmente mergulho e salto de paraquedas. Procuro os mais incríveis lugares do mundo para mergulhar: Ilhas de Komodo (Indonésia), Micronésia, a Grande Barreira (Austrália), Mar Vermelho (Egito), Ilhas Maldivas (Oceano Índico), Galápagos (Equador), Ilhas de Coco (Costa Rica), Moçambique, México e Caribe. Já foram muitos mergulhos em cavernas. Viajo muito, pelo menos 10 dias por mês, e percorro torneios de pesca mundo afora. Na Micronésia, perto das Filipinas, existe um local fantástico, onde dá para fazer mergulho de naufrágio e visitar navios que foram afundados na Segunda Guerra Mundial. É um verdadeiro mergulho na história. Como são navios de carga, é possível encontrar, submersos, tanques de guerra, aviões japoneses, peças submarinas, torpedos. Na ilha de Komodo, na Indonésia, vivi uma situação meio tensa e divertida: estava passeando para ver os dragões e, num determinado momento, me deparei com um Dragão-de-Komodo. Ele correu atrás de mim e, se me pegasse, em dois dias eu teria morrido. Na realidade, ele quase me matou. Cerca de 15 dias antes da minha chegada, alguns desses dragões haviam atacado um guarda-parque e ele morreu. Outra aventura cheia de adrenalina é o mergulho com os maiores tubarões do mundo.”

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