Tradição que não se perde

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Quem recebe o turista é Kalle Hentzen, um senhor de baixa estatura para os padrões nórdicos. Se tivesse barbas brancas e longas, Hentzen seria confundido com Papai Noel. A luz amarelada e toda a decoração antiga, além dos objetos relacionados à pesca espalhados por todo lado dão um charme especial.

Também é lá que se descobre mais sobre a técnica de secar o peixe. O jeito mais antigo de preservar a carne que se tem notícia foi desenvolvido pelos vikings. A descoberta segue os mesmos princípios que levaram os tropeiros brasileiros a secar e salgar a carne bovina para comer durante as longas viagens Brasil a dentro.

No caso do bacalhau, a tradição consiste em amarrar dois peixes pelo rabo, formando um V. Depois, pendurá-lo em uma estrutura de madeira ao ar livre, perto do mar. O tempo de secagem varia com as condições climáticas e com o tamanho do peixe. A secagem tida como ideal deve reunir um conjunto de fatores: vento, chuva, sol e temperatura ligeiramente acima de 0°C.
A modernidade possibilita aos fabricantes do bacalhau fazer a secagem do peixe dentro de galpões, regulando a temperatura. Mas ainda é no olho e na sabedoria de mais de mil anos que eles sabem o ponto exato de tirar o bacalhau do tempo.

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