Como identificar se seu filho tem dislexia?

Entre 5% a 10% da população infantil apresenta dificuldade de leitura e escrita

por Estado de Minas 16/11/2016 14:30

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Revista Sucesso/Reprodução Internet
A dislexia é detectada, em geral, no início da alfabetização, na faixa dos 5 aos 7 anos (foto: Revista Sucesso/Reprodução Internet)
É no início da fase escolar, principalmente na alfabetização, que começamos a notar se a criança tem algum distúrbio de aprendizado: troca letras, dificuldade de compreensão das atividades ou não tem o mesmo ritmo que os colegas. Um desses distúrbios de aprendizado pode ser a dislexia, caracterizada pela dificuldade de leitura e escrita, percebidas na decodificação e interpretação de letras e palavras. De acordo com o professor e psiquiatra Mario Rodrigues Louzã, a dislexia atinge cerca de 5% a 10% da população infantil, e suas causas ainda não são totalmente conhecidas. O que se sabe é que o fator genético é preponderante (genes ligados ao desenvolvimento do cérebro no embrião e na criança). A dislexia é detectada, em geral, no início da alfabetização, na faixa dos 5 aos 7 anos. Há vários tipos de dislexia. Conheça um pouco mais:

» Dislexia adquirida: é mais recorrente em adultos, e pode surgir depois de algum tipo de traumatismo craniano, derrame cerebral ou doenças neurodegenerativas;

» Dislexia de desenvolvimento: é a dislexia típica do desenvolvimento da criança, sem uma causa aparente. Contrasta com a dislexia adquirida, que é consequência de alguma doença neurológica;

» Dislexia fonológica: é a dificuldade de ler palavras desconhecidas;

» Dislexia superficial: nesse tipo de dislexia, as palavras que são lidas da mesma forma que são escritas, como “bala”, não geram dificuldade, ao contrário das palavras cuja escrita não coincide com a pronúncia, dificultando a leitura (por exemplo, exercício – o x é pronunciado como um z);

» Dislexia profunda ou mista: envolve dificuldade tanto no reconhecimento sonoro da palavra quanto na compreensão de
seu significado.

Beleza durande jornada contra o câncer
Quando a mulher enfrenta o tratamento de câncer, é importante contar com o apoio de uma equipe multidisciplinar para manter a garra, esperança e a autoestima. Durante essa jornada, dicas de beleza são fundamentais para amenizar os efeitos colaterais e promover bem-estar. A cosmetóloga Aline Araújo lembra que a pele pode ressecar e escamar, dependendo do tipo de tratamento. “Os cuidados diários com a pele devem ser mantidos, principalmente para manter a autoestima num momento tão delicado. Nessa fase, é imprescindível hidratar face e corpo, sem esquecer dos lábios, que também ficam muito ressecados, podendo sofrer queimaduras. Por isso é preciso usar um produto adequado que promova hidratação”, orienta a especialista. Aline explica que nesse período as massagens profissionais são contraindicadas por até cinco anos, de acordo com o caso clínico da paciente e a orientação médica, mas ela esclarece que as massagens simples feitas em casa podem trazer conforto e relaxamento. “Massagear o corpo após o banho com um creme hidratante ajuda a aliviar possíveis dores e traz bem-estar”, afirma.

Divulgação
Mapeamento global do rosto é um método criado por um médico brasileiro (foto: Divulgação )

TÉCNICA MD CODES
Envelhecer e manter a pele jovem, sem precisar de cirurgia, era um sonho para muita gente. Mas, hoje, isso já é possível a partir do mapeamento global do rosto, MD Codes (Códigos Médicos), criado pelo médico brasileiro Maurício de Maio. Por meio do preenchimento com ácido hialurônico em pontos específicos, é possível obter um efeito de lifting imediato, sem necessidade de bisturi ou técnicas mais invasivas. “O preenchimento com ácido hialurônico era, normalmente, usado para tratar olheiras profundas, devolver o volume perdido à face e o envelhecimento. Agora, a aplicação do ácido com a técnica dos MD Codes permite que a face seja rejuvenescida globalmente, de forma instantânea, sem a necessidade de procedimentos invasivos”, conta o dermatologista Bruno Vargas (foto). O ácido hialurônico pode ser aplicado nas sobrancelhas, olheiras, bigode chinês, queixo, lábios, contorno e ângulo da mandíbula, na testa, entre outros.


SIMPÓSIO MÉDICO
Nos dias 25 e 26, Belo Horizonte sediará o 6º Simpósio de Hepatites Virais de Minas Gerais e o 4º Fórum de Carcinoma Hepatocelular do Hospital das Clínicas da UFMG. Médicos, pesquisadores hepatologistas, gastroenterologistas, infectologistas, enfermeiros e nutrólogos de várias partes do Brasil estarão reunidos para discutir as atualizações científicas de maior relevância em hepatites virais, carcinoma hepatocelular e doença gordurosa do fígado. O evento será realizado no Hotel Ouro Minas, a partir das 8h. Inscrições: www.mg.simposiohepatites.com.br.

PODERES E EFEITOS DA ORAÇÃO
Alexis Carrel, vencedor do Prêmio Nobel de Medicina, já no século 20 defendia a oração e a organização dos pensamentos como uma forma de medicina curativa muito eficiente. No livro Oração – poderes e efeitos, pela Editora Mantra, a intenção do autor é demonstrar os benefícios da reza para pacientes em recuperação. Além de definir a oração, como, onde e quando orar e qual o poder, efeito e resultado que a envolve, o autor discorre sobre o aspecto medicinal desta prática.

US News/Reprodução da internet
(foto: US News/Reprodução da internet)

TRATAMENTO QUÂNTICO EM BH
O professor Eden José Simon Ruga, engenheiro físico e especialista no tratamento quântico, estará em Belo Horizonte entre os dias 19 e 22 fazendo atendimentos de reiki, mantras e mentalizações. Simon Ruga é autor do livro Princípios quânticos de terapia e trabalha atendendo pessoas que buscam se libertar de dores, cargas negativas e incômodos no corpo. Contatos para mais informações com Darci de Castro: (31) 99982-2215 e 3344-6526. Para quem não conhece, o reiki é uma técnica oriental de imposição das mãos sobre o corpo da pessoa ou áreas onde há dores. Entre os resultados estão diminuição da ansiedade, do estresse, da insônia, do medo e da insegurança.

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