Tire dúvidas sobre aleitamento materno

Organização Mundial de Saúde recomenda que o leite materno seja o único alimento da criança até os seis meses de vida

por Estado de Minas 08/08/2016 15:33

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Pérola Negra/Reprodução
(foto: Pérola Negra/Reprodução)
A Semana Mundial do Aleitamento Materno ocorre em mais de 170 países. Promovida anualmente pela Organização Mundial da Saúde (OMS), ela tem como objetivo estimular a amamentação e melhorar a saúde de crianças ao redor do mundo. Segundo o professor e doutor Corintio Mariani Neto, dados disponíveis no Ministério da Saúde em relação ao aleitamento exclusivo apontam que a média nacional é de 60% no fim do primeiro mês, 25% ao completar quatro meses e em torno de 10% com seis meses completos. Embora dados mostrem aumento da porcentagem nos últimos anos, o ideal é atingir próximo de 100% até o final do 6º mês. O médico reforça que ainda há muito a fazer para que se chegue cada vez mais perto do ideal. Veja as respostas dele sobre a questão:

Quais as principais preocupações no momento de amamentar?
As mamães precisam estar muito atentas aos conflitos emocionais e conversar bastante com o obstetra para esclarecer todas as dúvidas e eliminar fatores de ansiedade. Ao mesmo tempo em que a mãe deseja muito amamentar seu bebê, ela tem muito medo de não produzir leite em quantidade suficiente ou que ele seja fraco e, ainda, que o bebê não queira mamar no peito.

Quais alimentos podem ser inseridos e quais devem ser evitados?
Dieta balanceada e constituída por verduras, cereais e frutas. Durante a amamentação, sugere-se moderação de alguns produtos que podem provocar alergias ou mesmo gases e cólicas intestinais na criança, tais como leite de vaca, amendoim, frutas secas, soja, café, chocolate, refrigerantes, chá-preto, mate, feijão, repolho e batata-doce. Importante beber bastante líquido, pelo menos dois litros por dia, especialmente água natural.

 

O que a mãe pode fazer para o leite não secar?
Quanto mais a criança suga o peito materno, mais leite é produzido. O que ocorre com muita frequência é que, por falta de conhecimento ou orientação incorreta, a mãe complementa a alimentação da criança com fórmula artificial, por meio de mamadeira. Essa introdução precoce do bico artificial pode levar o bebê a recusar o peito, fazendo com que o leite diminua progressivamente.

Aulão de ioga
O Instituto EntreSer promoverá aulão de ioga no dia 13 de agosto, às 10h, apresentando os fundamentos da prática. Especialistas abordarão alguns dos principais temas da filosofia da ioga e vão propor algumas práticas para que os participantes a experimentem. O evento, que será na sede do instituto, na Rua Jandyra da Costa Mourão, 15, Bairro São Bento, é voltado tanto para quem deseja se introduzir no ioga, quanto para quem já a pratica, mas quer entender melhor os fundamentos filosóficos por trás da atividade. Haverá, ainda, conversa sobre a história da ioga e sua relação com a cultura da antiga Índia. A taxa de participação é de R$ 45. Mais informações e inscrições pelo
(31) 2551-0151 ou pelo e-mail contato@institutoentreser.com.br.

Cursos gratuitos
A Adcos, em parceria com o BH Shopping, dará cursos gratuitos de cuidados com a pele, no Piso Mariana do mall. Quinta-feira (11/08), às 13h, a palestra será sobre pele oleosa e, às 19h, sobre o poder antioxidante da vitamina C. Além do curso, das 14h às 19h haverá o procedimento pele de seda, com aplicação gratuita de produtos Adcos nas participantes. As turmas têm vagas limitadas para 10 pessoas e as inscrições, gratuitas, podem ser feitas pelo telefone (31) 3228-4212 ou pelo
e-mail conciergebhs@bhshopping.com.br.

Cuidado com as unhas
Unhas frágeis são queixa frequente nos consultórios dermatológicos. De acordo com a dermatologista Renata Zac, atualmente, existem vários produtos que são cosméticos, mas também com função de tratamento que, quando bem indicados, melhoram essa condição. Mas quando os tratamentos para unhas fracas são confundidos com o tratamento para unhas amolecidas, por exemplo, o quadro pode piorar. Ela explica que esmaltes endurecedores são indicados para unhas amolecidas e finas, não para as quebradiças. “Temos os que não alteram a estrutura das unhas, formando uma película sobre elas, compostos por náilon ou hidrolisados proteicos”, conta. A dermatologista ressalta que pode ser necessário, em alguns casos de deficiências nutricionais, a suplementação com biotina, silício e ferro, entre outros. “Também é saudável ficar alguns dias sem esmaltes”, finaliza.

Feijão-fradinho
O feijão-fradinho oferece vários benefícios à saúde. É cheio de muitos nutrientes essenciais e é fácil adicioná-lo a uma dieta bem-equilibrada. Ele é simples de preparar: basta cozinhá-lo em água ou caldo até que esteja macio. É possível prepará-lo com ervas e especiarias e servi-lo como acompanhamento ou adicioná-lo a sopas e saladas. O grão é rico em fibra, essencial para a manutenção de processo digestivo saudável e diminuição da constipação. Também é útil na redução do risco de doença cardíaca e diabetes e oferece quantidade adequada de fibras, além de ajudar você a manter peso saudável. Uma xícara de feijão-fradinho fornece oito gramas de fibras, o que é quase 22% da quantidade diária recomendada.

Esportes para crianças
Os benefícios da prática esportiva para as crianças vão além do controle da obesidade e do desenvolvimento da coordenação motora. Segundo o preparador físico Daniel Claber Simões, coordenador da Escola de Esportes do Colégio Batista Mineiro, a prática de atividades físicas em grupo é capaz de definir habilidades sociais, emocionais e cognitivas no futuro da criança. “O esporte auxilia não somente no físico e na saúde, como no sistema respiratório, cardíaco, coluna e manutenção do peso, mas, também, na socialização e disciplina das crianças. A partir das regras e condições esportivas, elas aprendem formas de se relacionar, trocando experiências, competindo e ajudando umas às outras”, destaca Daniel. O preparador físico aconselha avaliação física e a prática do esporte com a orientação de um especialista. “A escolha do esporte deve ser de acordo com a idade, peso, sexo e altura de cada criança. Dessa forma, evitamos que haja qualquer tipo de sobrecarga ou prejuízo no desenvolvimento”, explica o educador.

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