Núcleo Avançado de Tratamento das Epilepsias de hospital em BH completa 12 anos

30/03/2015 11:33

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Jair Amaral/EM/D.A Press
O médico José Maurício Siqueira é coordenador do Núcleo Avançado de Tratamento das Epilepsias (Nate), do Hospital Felício Rocho (foto: Jair Amaral/EM/D.A Press)
Em abril, o Núcleo Avançado de Tratamento das Epilepsias (Nate) do Hospital Felício Rocho completa 12 anos. Durante todo esse tempo, vem atuando exclusivamente no tratamento multidisciplinar de epilépticos. “O Nate é dedicado ao controle daqueles pacientes que não respondem ao tratamento medicamentoso. Sabe-se que 2% da população brasileira – cerca de 4 milhões de pessoas – sofrem de epilepsia. Desses, 80% conseguem controlar a doença com medicamentos, mas os 20% restantes não respondem ao tratamento medicamentoso, tendo, então, indicação de investigação para a possibilidade de tratamento cirúrgico ou implantação de marca-passo no nervo vago, localizado no pescoço”, enfatiza o coordenador do Núcleo, Dr. José Maurício Siqueira.

O Nate é composto por uma equipe multidisciplinar, contando com neurologista, neurofisiologista clínico, neuropsicólogo, psiquiatra, neurocirurgião e equipe técnica e de enfermagem especializada. “O tratamento consiste na internação do paciente em apartamento exclusivo do Núcleo, equipado com tecnologia de ponta. Ali, ele é filmado e monitorado com aparelho de eletroencefalograma, para identificar o foco que está causando a doença. Depois de identificado, indica-se uma intervenção cirúrgica ou, se for o caso, a implantação do marca-passo no nervo vago”, explica o médico.

O Núcleo Avançado de Tratamento de Epilepsias do Hospital Felício Rocho é de extrema importância para os pacientes que não conseguem controlar a doença com medicamentos antiepilépticos. “Se esses pacientes não forem tratados devidamente, o risco de morte é três vezes maior, em relação ao paciente epiléptico que responde ao tratamento medicamentoso”, ressalta o Dr. José Maurício.

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