Eficiência no atendimento a pacientes com infarto ajuda a salvar vidas

No Brasil, aproximadamente 66 mil pessoas morrem de infarto no coração por ano

03/11/2014 05:00

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(foto: Divulgação)
O rápido atendimento ao paciente com os primeiros sinais de infarto é determinante para diminuir o risco de danos ao coração e, consequentemente, salvar vidas. O tempo porta-balão – intervalo entre a chegada de um paciente com dor torácica ao serviço de emergência de um hospital, a triagem, o diagnóstico de infarto e a introdução do cateter para a desobstrução da artéria coronária comprometida – deve ser de menos de 90 minutos, segundo a literatura médica internacional. Reconhecido pela sua excelência, especialmente nas urgências cardiológicas, no Biocor Instituto este tempo é de 51 minutos, valor entre os melhores do país e do exterior.

Integração
Para o especialista em cardiologia intervencionista, Maurício de Rezende Barbosa, titular da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista e membro da equipe médica que atua no Biocor Instituto, o indicador é uma das formas de se avaliar a eficiência de um serviço de saúde, já que exige o envolvimento de vários setores de um hospital. “A rápida resposta do Biocor aos casos de infarto é fruto de muito treinamento de toda a equipe, além de contínua capacitação dos profissionais de saúde, coordenados por médicos de reconhecida experiência em um ambiente hospitalar de última geração. Toda essa integração permite maior agilidade desde o pronto atendimento até o serviço de hemodinâmica e o centro de tratamento intensivo (CTI)”, explica.

Segundo Barbosa, também contribuem para o resultado satisfatório as instalações modernas e bem planejadas do Biocor. “São três salas de hemodinâmica equipadas para os atendimentos de urgência e plantão 24 horas, sete dias da semana, com equipes de enfermagem e médica treinadas e de prontidão para o rápido atendimento das urgências cardiovasculares”, destaca.

Prevenção

No Brasil, aproximadamente 66 mil pessoas morrem de infarto no coração por ano e, de acordo com Maurício Barbosa, a prevenção ainda é o melhor remédio para se evitar a doença: “Pouca atividade física, obesidade, hipertensão, o hábito de fumar e diabetes estão entre os principais fatores que levam a obstrução das artérias coronárias e infarto”.

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